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Agência Brasil - Presença de genéricos no mercado de medicamentos quadriplica

Saúde »
 Presença de genéricos no mercado de medicamentos quadriplica em dez anos

Agência Brasil
 
Publicação: 10/08/2012 08:48
  Atualização: A participação dos genéricos no mercado de medicamentos praticamente quadruplicou nos últimos dez anos. Com preços até 65% menores do que os dos produtos de referência, os genéricos são responsáveis por 24% das vendas por unidade atualmente, segundo o Ministério da Saúde. Esse percentual, há dez anos, era 5,7%.


Para o coordenador do Programa Farmácia Popular do ministério, Marco Aurélio Pereira, o aumento vem ocorrendo desde o lançamento da política de medicamento genéricos em 1999.

“Com a quebra de patentes, o mercado brasileiro de genéricos tem crescido ano a ano e isso significa que a sociedade tem acesso a um medicamento com a mesma qualidade e segurança do medicamento que surgiu primeiro e com custo muito menor”, disse Pereira.

A aquisição de medicamentos a preços mais acessíveis gera, para o ministério, economia no orçamento, o que facilita a ampliação da quantidade de produtos da lista de medicamentos. Para as farmácias particulares, que tem convênio com o SUS, a ampliação do leque de opções atrai um número maior de consumidores e aumenta o lucro dos estabelecimentos.

O coordenador informou que a economia de recursos gerada com a compra de genéricos pelo ministério tem permitido a ampliação significativa de medicamentos ofertados de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde e também nas farmácias privadas por meio do Programa Aqui Tem Farmácia Popular. Desde o início do programa, em 2006, o número de medicamentos ofertados cresceu de oito para 25 itens para combater especificamente diabetes, problemas de pressão e asma.

Agência Brasil

Câmara aprova aumento de pena para o tráfico de crack

Imagem do Google
O Plenário aprovou aumento de pena em dois terços até o dobro para o tráfico do crack. O projeto será enviado para o Senado. Antes, os deputados aprovaram a retirada dos crimes de vadiagem da Lei de Contravenções Penais. A matéria, aprovada em votação simbólica, também será enviada para análise dos senadores.

Aprovada pena maior para venda a criança de produto que cause dependência
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Diretor quer mudança no critério de classificação das Olimpíadas
Agência Câmara de Notícias


A ERVA MAUDITA - Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país

Estudo diz que 1,5 milhão de pessoas usam maconha diariamente no país 
Unifesp divulgou primeiro levantamento detalhado sobre uso da droga.
Imagem do Google
Cerca de 8 milhões de brasileiros disseram já ter experimentado maconha. 



01/08/2012 12h56 - Atualizado em 01/08/2012 15h23 
Luna D'Alama Do G1, em São Paulo 


Riscos da maconha são 'subestimados', dizem especialistas
Liberação medicinal da maconha não induz uso em adolescente, diz estudo

Legalização da maconha não deve ser unilateral, diz Colômbia
Brasil lança lança revista especializada em maconha


Cerca de 1,5 milhão de adolescentes e adultos consomem maconha diariamente no Brasil, aponta o segundo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 

Ainda de acordo com o estudo, divulgado nesta quarta-feira (1º), em São Paulo, mais de 3 milhões de adultos, com idade entre 18 e 59 anos, fumaram maconha no último ano e cerca de 8 mihões de adultos (7% dessa parcela da população) já experimentaram maconha alguma vez. Entre os usuários, o levantamento aponta três vezes mais homens. 

Do total, 62% tiveram o primeiro contato com a droga antes dos 18 anos. Entre os adolescentes de 14 a 18 anos, 470 mil revelaram que fizeram uso de maconha no último ano e 600 mil disseram já ter experimentado a droga alguma vez na vida. Além disso, 17% dos consumidores nessa faixa afirmaram que conseguiram a droga dentro da escola. 
De acordo com estudo da Unifesp divulgado nesta quarta-feira (1º), 8 milhões de brasileiros disseram já ter experimentado maconha alguma vez, a maioria antes dos 18 anos (Foto: David McNew/Getty Images/AFP) 

Essa é a segunda pesquisa da Unifesp sobre o tema – a primeira foi em 2006 –, mas é a primeira vez que se tem uma amostragem representativa da população brasileira sobre uso e dependência de drogas e sobre a questão da legalização. 

Sobre dependência, 1,3 milhão de adolescentes e adultos disseram ter sintomas disso. Entre os usuários adultos, o índice de dependência foi de 37%. Na adolescência, 10%. Foram feitas cinco perguntas, como se a pessoa já tentou parar e não conseguiu e se a maconha tem atrapalhado o dia a dia dela. 

Em 2006, havia um adolescente pra cada adulto usuário de maconha. Essa proporção agora é de 1,4 adolescente por adulto. A diferença é que o retrato anterior foi feito apenas nas escolas, entre estudantes. 

De janeiro a março, foram ouvidas 4.607 pessoas, com idade mínima de 14 anos, em 149 municípios de todos os estados do país. 

Cem entrevistadores visitaram as casas dos participantes, que viviam em locais que iam desde favelas até condomínios fechados – estes últimos, os lugares de mais difícil acesso, de acordo com os autores. Foi entregue aos voluntários um questionário com 800 perguntas, que respondiam e entregavam o documento lacrado, mantendo o anonimato e uma maior confiabilidade das respostas. 
Sobre a legalização da maconha, 75% se disseram contrários (Foto: David McNew/Getty Images/AFP) 

As perguntas, segundo os pesquisadores da Unifesp, seguiram metodologias internacionais e também abordaram questões sobre álcool, tabaco e outras drogas ilícitas além da maconha. Em breve, a universidade vai divulgar dados regionais sobre a maconha e informações nacionais sobre o uso de cocaína, crack e oxi. 

A pesquisa custou mais de R$ 1 milhão e foi financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A metodologia ficou por conta do instituto Ipsos. 

Legalização
Sobre a legalização da maconha no Brasil, 75% dos entrevistados se disseram contrários à proposta. Outros 11% apoiam a causa, 9% não souberam responder e 5% não responderam. 

De acordo com psiquiatra Ronaldo Laranjeiras, professor da Unifesp e um dos organizadores do levantamento, o estudo está próximo de um "plebiscito" sobre a proposta de descriminalizar o consumo da maconha no país.
País Uso no último ano (% da população)
Canadá 14
Nova Zelândia 13
Itália 11
EUA 10
Reino Unido 10
Austrália 9
França 9
Chile 7
Argentina 7
Dinamarca 5
Holanda 5
Alemanha 5
Portugal 4
África do Sul 4
Brasil 3
Suécia 2
Japão 2




"Há quase 500 mil adolescentes usando maconha regularmente. Isso dá uma visão do tamanho do problema (...) e há um impacto do ponto de vista de saúde pública, desemprego e suicídio", explica. 

Laranjeiras comentou ainda que, desde 2006, com a mudança da lei para despenalizar o uso de drogas, é possível que tenha ocorrido um aumento no consumo de maconha. Para ele, houve uma "frouxidão legislativa", que alterou a figura do usuário e impediu a pena de prisão com novas sanções alternativas. 

Os países com menor consumo de maconha, como Suécia e Japão, têm mais rigor e restrições. A solução não é colocar os usuários na prisão, mas nesses lugares há uma certa intolerância com o consumo. Ou vamos por esse caminho ou liberamos e aumentamos o uso. Será que a minoria vai determinar e pautar o que a gente quer como sociedade?", questionou. 

De acordo com o pesquisador, um cigarro de maconha no país custa R$ 1. Se houver a liberação, ele acredita que o mercado ficará facilitado e o preço, mais baixo. 

Ranking do uso de maconha
Comparativamente com outros países, o Brasil aparece em 17º lugar na lista de países cujas pessoas já experimentaram maconha na vida e em 15º entre os que usaram no último ano. O Canadá lidera a lista, atrás de Nova Zelândia, Itália, EUA e Reino Unido. 

"Nos EUA, a maior busca de dependentes químicos por tratamento hoje é de usuários de maconha. Dados da Nova Zelândia apontam que tem crescido o número de pessoas com transtornos psicóticos e esquizofrenia em decorrência do uso da maconha. Nenhuma outra droga causa esquizofrenia, e essa é a pior doença da psiquiatria. Quem vai cuidar dos 10% dos usuários expostos a esse risco? Quem é a favor da legalização deveria responder isso", diz Laranjeiras.

G1

Boa notícia: Lei mais rígida para lavagem de dinheiro já em vigor

Lei mais rígida para lavagem de dinheiro já em vigor
POSTADO ÀS 09:04 EM 10 DE Julho DE 2012
Sem vetos, a presidente da República Dilma Rousseff (PT) sancionou lei mais rígida para crimes de lavagem de dinheiro. Nesta terça-feira (10) o texto foi publicado no Diário Oficial da União. A proposta foi aprovada em junho, no Senado.



A nova lei mantém as penas de reclusão entre 3 e 10 anos, mas o valor das multas aplicadas aos condenados foi elevado. O teto máximo, que era de R$ 200 mil, passa agora para R$ 20 milhões.

A chamada "delação premiada", já prevista na legislação anterior poderá agora ser feita "a qualquer tempo", ou seja, mesmo depois da condenação, aqueles que quiserem colaborar com as investigações poderão se beneficiar do instrumento.

A legislação anterior, em vigor desde 1998, afirmava que só poderiam ser enquadrados como lavagem de dinheiro os recursos com origem no tráfico de armas e drogas, terrorismo ou crimes contra a administração pública. A nova lei adiciona como lavagem de dinheiro qualquer recurso com origem oculta ou ilícita. 
Blog de Jamildo

Hoje é dia! - 26 de junho: Dia Mundial de Combate às Drogas

26 de junho: Dia Mundial de Combate às Drogas


No Dia Mundial de Combate às Drogas (26 de junho), o Programa de Valorização do Servidor (Pró-Ser) comemora os números da campanha "Prevenção e Orientação em Dependência Química", que prevê ações voltadas para todos os colaboradores e familiares. Em maio, 1.500 cartilhas produzidas pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), dirigidas aos jovens, pais e educadores, foram distribuídas a servidores, deputados e secretários parlamentares. Parte delas foi encaminhada aos diversos estados, para disseminação das informações.

 
No dia 14 de junho, o Pró-Ser deu início ao curso "Dependência Química: Conhecer para Prevenir", com esclarecimentos sobre o risco das drogas e dicas para evitar o problema. Com término previsto para o dia 28, o curso teve a adesão de vinte servidores, que buscam informações para toda a família, bem como para uso profissional na área da saúde.
Segundo Patrícia Mendes Moreira, secretária executiva do Pró-Ser, o resultado da campanha extrapolou as expectativas. "Toda a nossa equipe ficou muito satisfeita. O alcance das ações, de alguma forma, tem ido além da Câmara", disse.
As cartilhas distribuídas pelo Pró-Ser estão disponíveis para download no portal CamaraNet.
Agência Câmara de Notícias


Sete lanches para comer na ceia e dormir melhor


Sete lanches para comer na ceia e dormir melhor

Leite com mel, banana e até a soja podem ajudar a ter uma boa noite de sono


POR CAROLINA GONÇALVES
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Evitar fazer refeições exageradas e muito gordurosas antes de dormir é uma recomendação que todo mundo conhece para melhorar o sono. Entretanto, o bom sono não depende apenas de proibições - alguns alimentos, quando consumidos na última refeição do dia, podem ajudar o nosso corpo a relaxar e dormir melhor, além de fazer muito bem à saúde. Confira as recomendações dos especialistas e pare de revirar na cama durante a noite: Fonte: R7.com




  • Leite com mel
E você pensava que a sua mãe estava errada quando oferecia um copo de leite quente para você dormir melhor. Segundo o nutrólogo Andrea Bottoni, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, a temperatura morna do leite é reconfortante, ajudando o corpo a relaxar. Além disso, o alimento é fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse em nosso corpo, preparando-o para o sono. "Já o mel é uma fonte de carboidrato simples, que também ajuda no sono, pois facilita a absorção do triptofano", diz o nutrólogo. Um copo de leite desnatado adoçado com uma colher de sopa de mel tem em média 150 calorias.  
três potes de iogurte com aveia ou granola - Foto: Getty Images
Iogurte com aveia
Além de ser uma fonte rica em proteínas, cálcio, fibras e vitaminas do complexo B, que promovem um bom trânsito intestinal, ajudam na saciedade e melhoram os níveis de colesterol bom, a combinação de iogurte com aveia segue a mesma lógica do leite com mel - enquanto o primeiro é fonte rica em triptofano, o segundo é um carboidrato que vai ajudar na sua absorção. "Essa é uma combinação leve e nutritiva, que fornece uma sensação de bem estar", explica a nutricionista Renata Fidelis, do Spa Sorocaba. Um copo de 140g de iogurte light sem açúcar acompanhado de três colheres de sopa de aveia tem aproximadamente 220 calorias. 
frutas secas - Foto: Getty Images
Frutas secas
Para aqueles que não resistem a comer alguma coisa doce antes do dormir, as frutas secas podem ser a melhor opção. "Por serem desidratadas, elas possuem uma alta concentração de açúcar e fibras, que é justamente o que ajuda o corpo a relaxar e estimula o sono", diz a nutricionista Renata. O nutrólogo Andrea explica que os carboidratos ingeridos sozinhos já ajudam na absorção do triptofano e na produção de serotonina. No entanto, é preciso ficar atento às quantidades para não exagerar nas calorias: enquanto 100g de damasco fresco, por exemplo, têm apenas 54 calorias, 100g de damasco seco tem em média 130 calorias. "Para fazer a troca é necessário comer cinco unidades de damasco seco para cada 100g in natura", completa a nutricionista. 
oleaginosas - Foto: Getty Images
Nozes e castanhas
As nozes e castanhas possuem gordura monoinsaturada, selênio e proteínas. "Elas equilibram os tipos de gorduras que dão saúde ao coração e melhoram os níveis sanguíneos de colesterol", diz Renata Fidelis. As oleaginosas também são ricas fontes de triptofano, por isso a recomendação de ingeri-las na ceia. "Uma porção de três nozes tem 80 calorias, enquanto três castanhas-do-pará possuem 60 calorias", completa a nutricionista. 
cacho de banana - Foto: Getty Images
Banana
banana é uma fonte riquíssima de triptofano e os carboidratos presentes na fruta por si só ajudam na absorção do aminoácido e na produção de serotonina. "Ela também é rica em potássio, vitaminas do complexo B e pectina, que ajudam no controle da pressão arterial, regulam o intestino e diminuem o colesterol alto", diz o nutrólogo Andrea. Por ser de fácil digestão, a fruta é uma boa pedida para a ceia, e uma unidade média tem cerca de 90 calorias. 
colher cheia de semente de gergelim - Foto: Getty Images
Semente de gergelim
Fonte de triptofano, as sementes de gergelim podem ser consumidas acompanhando uma sopa ou então acrescentadas ao iogurte. "Ela acrescenta proteínas e gordura mono e poli-insaturada na dieta, blindando o coração contra doenças", explica a nutricionista Renata. No entanto, pise no freio com esse alimento se você está de dieta: cada 10g de gergelim tem 59 calorias. 
derivados da soja - Foto: Getty Images
Derivados da soja
A soja é uma das maiores fontes de triptofano que podemos encontrar na dieta. "Ela também é rica em proteínas, cálcio e fibras, além de ajudar na redução do colesterol alto", afirma Renata Fidelis. Você pode ingerir a soja em formato de grão torrado, leite ou mesmo em patê, acompanhando uma torrada - que seria a fonte de carboidrato, ajudando na absorção do triptofano. Além disso, quem sofre de gases quando toma leite pode ingerir a soja sem medo - a lactase, substância de difícil digestão presente no leite, não se encontra na versão de soja.  Fonte: R7.com   *  *

ESTUDO SOBRE BEBIDAS - Brasileiros bebem 6,9 litros de álcool por ano

Brasileiros bebem 6,9 litros de álcool por ano



Número é considerado baixo, quando comparado com consumo de países europeus


25/05/2012 00:05 - AGÊNCIA EFE










Agência EFE




Segundo estudo, homens bebem quatro vezes mais que mulheres




O consumo de álcool na América Latina é baixo quando comparado com o registrado na Europa e nos Estados Unidos, e se situa em 5,5 litros de álcool puro ao ano por pessoa, embora as diferenças por países e gênero sejam marcadas; no Brasil, por exemplo, esse número sobe para 6,9 litros, segundo o resultado de uma pesquisa inédita sobre o assunto. 








O consumo na Europa está estimado em 13 litros de álcool puro ao ano, enquanto nos Estados Unidos esse nível cai para 9,8 litros.



O estudo, divulgado nesta quinta-feira (24), averiguou pela primeira vez, com base em enquetes nacionais realizadas em nove países latino-americanos, não só que percentagem da população consome álcool, mas quanto e como se bebe, o que representa uma informação totalmente nova.


"Este âmbito é muito pouco explorado, inclusive nos países desenvolvidos, apesar da importância social que tem e que todo mundo reconhece", disse o pesquisador Carlos Sojo, responsável do estudo realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO).

A pesquisa corroborou que poucos países contam com informação sobre padrões nacionais de ingestão de álcool, sendo que o mais recente e completo deles foi feito no Brasil em 2008, explicou Sojo.


O estudo, realizado em El Salvador, República Dominicana, Costa Rica, Peru, Nicarágua, Venezuela, México, Colômbia e Brasil, indica que seis de cada dez pessoas bebeu álcool pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores à enquete, realizada entre pessoas de entre 18 e 65 anos.


Revela também que, nesse mesmo período, 15% da população em cada país na média foi abstêmia ou simplesmente nunca tinha bebido em sua vida.


"Este dado é importante porque existe uma percepção que todo mundo toma bebidas alcoólicas, o que não é certo. Além disso, existem importantes variações por países", declarou Sojo ao apresentar à imprensa os resultados centrais da pesquisa.


Por países, a Venezuela é o país que consome mais litros (8,9 anuais por pessoa) e lhe seguem República Dominicana (8 litros), Brasil (6,9), Colômbia (6,3), México (4,8), Nicarágua (4,2), Costa Rica (3,9), Peru (3,7) e El Salvador (2,6).


Visto desde a perspectiva da população abstêmia, El Salvador lidera o ranking (38,9% da população), seguido do México (29,1 %), Nicarágua (23 %), Costa Rica (17 %) e Brasil, onde 10,9 % dos consultados declarou que não consome qualquer tipo de bebida alcoólica.



Sojo comentou que grande parte da diferença entre países se explica pela incorporação das mulheres ao grupo consumidor, embora se trate de um fenômeno menos destacado na América Central e no México com relação à América do Sul e ao Caribe.


No entanto, o consumo de álcool é claramente um hábito "masculino", pois os homens tomam em geral quatro vezes mais que as mulheres.


Outro dado inovador fornecido pelo estudo é que do total da população, a grande maioria (75%) ou não bebe nada ou consome quantidades que estão abaixo do nível de risco declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


Este nível de risco fica nas 40 gramas de álcool puro para as mulheres e 60 gramas para os homens.

Estas quantidades são superadas de maneira ocasional ou muito frequente por 25% da população restante, da qual 20 % sofre um risco ocasional de superar a medida de risco e 5% enfrenta um risco alto em longo prazo.

A pesquisa determinou igualmente que, por idades, o grupo de maior consumo é o de 25 a 34 anos, e que se bebe mais quanto maior é o nível socioeconômico e educativo.

O financiamento para este trabalho veio da Cerveceros Latino-Americanos, uma associação que representa os interesses de todos os fabricantes de cerveja dos 18 países latino-americanos.

Sojo assegurou que "a indústria pagou", mas que a FLACSO gozou de completa autonomia e independência para a elaboração do documento.

Presente na entrevista coletiva, o secretário-geral da Cerveceros Latino-Americanos, José Manuel Juanatey, assinalou que sua entidade considerava importante contar com uma pesquisa científica séria a partir da qual pudessem construir políticas públicas na região.

Ressaltou que em matéria de consumo de álcool, "o problema é o excesso, mas o que não se pode fazer é falar de consumo nocivo de álcool no ar, portanto este estudo fixa uma linha de base".



"Promovemos um consumo moderado de álcool e acreditamos que isto é perfeitamente compatível com um estilo de vida saudável", concluiu.



Folha PE


ESTUDO - Brasileiros bebem 6,9 litros de álcool por ano

ESTUDO

Brasileiros bebem 6,9 litros de álcool por ano


Número é considerado baixo, quando comparado com consumo de países europeus

25/05/2012 00:05 - AGÊNCIA EFE


Agência EFE
Segundo estudo, homens bebem quatro vezes mais que mulheres
O consumo de álcool na América Latina é baixo quando comparado com o registrado na Europa e nos Estados Unidos, e se situa em 5,5 litros de álcool puro ao ano por pessoa, embora as diferenças por países e gênero sejam marcadas; no Brasil, por exemplo, esse número sobe para 6,9 litros, segundo o resultado de uma pesquisa inédita sobre o assunto.  
Ler Mais+
O consumo na Europa está estimado em 13 litros de álcool puro ao ano, enquanto nos Estados Unidos esse nível cai para 9,8 litros.

O estudo, divulgado nesta quinta-feira (24), averiguou pela primeira vez, com base em enquetes nacionais realizadas em nove países latino-americanos, não só que percentagem da população consome álcool, mas quanto e como se bebe, o que representa uma informação totalmente nova.

"Este âmbito é muito pouco explorado, inclusive nos países desenvolvidos, apesar da importância social que tem e que todo mundo reconhece", disse o pesquisador Carlos Sojo, responsável do estudo realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO).

A pesquisa corroborou que poucos países contam com informação sobre padrões nacionais de ingestão de álcool, sendo que o mais recente e completo deles foi feito no Brasil em 2008, explicou Sojo.

O estudo, realizado em El Salvador, República Dominicana, Costa Rica, Peru, Nicarágua, Venezuela, México, Colômbia e Brasil, indica que seis de cada dez pessoas bebeu álcool pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores à enquete, realizada entre pessoas de entre 18 e 65 anos.

Revela também que, nesse mesmo período, 15% da população em cada país na média foi abstêmia ou simplesmente nunca tinha bebido em sua vida.

"Este dado é importante porque existe uma percepção que todo mundo toma bebidas alcoólicas, o que não é certo. Além disso, existem importantes variações por países", declarou Sojo ao apresentar à imprensa os resultados centrais da pesquisa.

Por países, a Venezuela é o país que consome mais litros (8,9 anuais por pessoa) e lhe seguem República Dominicana (8 litros), Brasil (6,9), Colômbia (6,3), México (4,8), Nicarágua (4,2), Costa Rica (3,9), Peru (3,7) e El Salvador (2,6).

Visto desde a perspectiva da população abstêmia, El Salvador lidera o ranking (38,9% da população), seguido do México (29,1 %), Nicarágua (23 %), Costa Rica (17 %) e Brasil, onde 10,9 % dos consultados declarou que não consome qualquer tipo de bebida alcoólica.

Sojo comentou que grande parte da diferença entre países se explica pela incorporação das mulheres ao grupo consumidor, embora se trate de um fenômeno menos destacado na América Central e no México com relação à América do Sul e ao Caribe.

No entanto, o consumo de álcool é claramente um hábito "masculino", pois os homens tomam em geral quatro vezes mais que as mulheres.

Outro dado inovador fornecido pelo estudo é que do total da população, a grande maioria (75%) ou não bebe nada ou consome quantidades que estão abaixo do nível de risco declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este nível de risco fica nas 40 gramas de álcool puro para as mulheres e 60 gramas para os homens.

Estas quantidades são superadas de maneira ocasional ou muito frequente por 25% da população restante, da qual 20 % sofre um risco ocasional de superar a medida de risco e 5% enfrenta um risco alto em longo prazo.

A pesquisa determinou igualmente que, por idades, o grupo de maior consumo é o de 25 a 34 anos, e que se bebe mais quanto maior é o nível socioeconômico e educativo.

O financiamento para este trabalho veio da Cerveceros Latino-Americanos, uma associação que representa os interesses de todos os fabricantes de cerveja dos 18 países latino-americanos.

Sojo assegurou que "a indústria pagou", mas que a FLACSO gozou de completa autonomia e independência para a elaboração do documento.

Presente na entrevista coletiva, o secretário-geral da Cerveceros Latino-Americanos, José Manuel Juanatey, assinalou que sua entidade considerava importante contar com uma pesquisa científica séria a partir da qual pudessem construir políticas públicas na região.

Ressaltou que em matéria de consumo de álcool, "o problema é o excesso, mas o que não se pode fazer é falar de consumo nocivo de álcool no ar, portanto este estudo fixa uma linha de base".

"Promovemos um consumo moderado de álcool e acreditamos que isto é perfeitamente compatível com um estilo de vida saudável", concluiu.

Folha PE


Senado discute Lei Geral da Copa mas deixa liberação de bebida para os estados

COPA 2014

Senado discute Lei Geral da Copa mas deixa liberação de bebida para os estados

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 O ponto mais polêmico do projeto é a permissão da venda de bebidas alcoólicas nos estádios


BRASÍLIA - O projeto de Lei Geral da Copa do Mundo de 2014 está em discussão, neste momento, no plenário do Senado, depois da apresentação do parecer pelos relatores das quatro comissões que o apreciaram em conjunto, para que pudesse ser votado mais rapidamente, antes do recesso do Legislativo de julho.  

O ponto mais polêmico do projeto do governo para dar garantias à Federação Internacional de Futebol (Fifa) – a permissão da venda de bebidas alcoólicas nos estádios - recebeu da relatora da Comissão de Educação, Cultura e Desporto, senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), uma emenda de redação para deixar explícito que essa alteração no Estatuto do Torcedor – suspensão do Artigo 13 A - só terá vigência durante as copas das Confederações, em 2013, e do Mundo, em 2014.

Com isso, foi removido o principal obstáculo para a liberação da venda e consumo de bebida alcoólica nos estádios – a lei federal – já que as proibições estaduais são baseadas nesse dispositivo, por meio da assinatura de Termo de Ajuste e Conduta – TAC, com o Ministério Público.

Entretanto, a senadora Ana Amélia deixou a decisão final sobre a venda ou não de bebida alcoólica para os estados cujas capitais sediarão jogos das duas competições e do Distrito Federal, que têm legislações proibindo esse tipo de comércio. Por isso, a Fifa ainda terá que negociar com as autoridades estaduais para revogar as proibições existentes.
AGÊNCIA BRASIL
Folha PE

Blitz educativa orienta motoristas sobre Lei Seca em Piedade

07/02/2012

Blitz educativa orienta motoristas sobre Lei Seca em Piedade

Para reforçar que álcool e direção não combinam, serão realizadas nas próximas quinta (9) e sexta-feira (10) blitzes educativas para orientar motoristas sobre Lei Seca em Piedade, Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife.

Agentes de trânsito estarão situados em frente à Secretaria Executiva de Trânsito e Transporte (SETT), na Avenida Bernardo Vieira de Melo, Piedade, das 8h às 16h. Para as abordagens, serão distribuídos um total de três mil bafômetros descartáveis e cartilhas com o slogan “Álcool não combina com direção”.

“Esta ação tem a finalidade de orientar os condutores a não beberem quando forem dirigir, evitando serem pegos de surpresa", ressaltou o secretário Executivo de Trânsito e Transporte de Jaboatão, Nelson Gonçalves Dias. “Ação igual a essa será repetida em épocas festivas, para coibir os abusos e oferecer mais segurança”, acrescentou.

Fonte: NE 10


Manifestantes colocam 513 pedras na Esplanada em ato contra crack

Manifestantes colocam 513 pedras na Esplanada em ato contra crack 
Protesto visa sensibilizar os 513 deputados federais para problema da droga.
 Pedras pintadas de branco foram colocadas em frente ao Congresso.
 
01/02/2012 10h08
Do G1 DF
Ato público realizado nesta quarta-feira (1º) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, tenta sensibilizar os deputados federais para a situação de risco dos usuários de crack no país. Voluntários do projeto Força Jovem Brasil colocaram 513 pedras pintadas de branco no gramado em frente ao Congresso Nacional, que representaria cada deputado.  (Foto: Maiara Dornelles/G1) 
Ato público realizado nesta quarta-feira (1º) na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, tenta sensibilizar os deputados federais para a situação de risco dos usuários de crack no país. Voluntários do projeto Força Jovem Brasil colocaram 513 pedras pintadas de branco no gramado em frente ao Congresso Nacional. De acordo com o coordenador do projeto, Thiago Magalhães, as pedras representam cada deputado. "É um ato silencioso. Queremos chamar atenção para um problema sério que vem devastando, principalmente, os jovens. (Foto: Maiara Dornelles/G1)

G1

Saiba como prevenir pedra nos rins

Saiba como prevenir pedra nos rins


Entenda como se formam os cálculos
Todas as pessoas expelem grandes quantidades de sais de cálcio, ácido úrico e outras substâncias pela urina. Em algumas delas, estes cristais ficam saturados na urina, se acumulam e acabam depositados nos rins formando a longo prazo as pedras Thinkstock

 
Beba água
O ideal é consumir, no mínimo, dois litros de água ao longo do dia. Quem faz atividade física deve fazer reposição de líquidos durante a atividade. A indicação é tomar cerca de 600 ml de água a cada 40 minutos de exercícios Thinkstock


Aposte nas frutas cítricas
Sucos de abacaxi, limão e laranja contêm citrato, substância que inibe a formação de cálculos Thinkstock


Fuja das bebidas alcoólicas
Mesmo nos dias mais quentes é importante não abusar na ingestão de álcool. Este tipo de bebida desidrata as células e pode trazer outros problemas de saúde Thinkstock



Evite ingerir receitas caseiras
O conhecido chá de quebra-pedra é um mito. A mistura pode ser tóxica caso haja exagero na quantidade de ervas. Além disso, não são as folhas que desfazem os cálculos renais, mas sim a água do chá Thinkstock


Cultive bons hábitos
Os pacientes obesos estão mais propensos a desenvolverem pedras no rins, portanto praticar atividade física pelo menos três vezes por semana é importante para a saúde. O tabagismo também aumenta a chance de aparecimento dos cálculos Thinkstock


Fique atento ao que você leva à mesa
A ingestão excessiva de alimentos gordurosos e industrializados pode acelerar ou provocar desequilíbrios no corpo e propiciar a formação dos cálculos. Portanto, não exagere no consumo de proteínas de origem animal (carnes, ovos, leite e derivados) e frutos do mar, que são ricos em cálcio e ácido úrico Thinkstock




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