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PRB Ações - Agora é lei! Violência contra a mulher será discutida nas escolas

Agora é lei! Violência contra a mulher será discutida nas escolas 
Projeto da vereadora Tânia Bastos foi sancionado pelo prefeito Eduardo Paes
Publicado por Redação PRB em 29/06/2012 às 8h48
 
Rio de Janeiro (RJ) - Agora é Lei! O prefeito Eduardo Paes sancionou a Lei nº 5.439, de autoria da vereadora Tânia Bastos (PRB-RJ), que dispõe sobre o fomento das ações socioeducativas na rede pública de ensino visando à prevenção da violência contra a mulher.  



Na expectativa de reduzir os índices de violência, o Poder Executivo Municipal deverá criar campanhas informativas, seminários, palestras, exposições de painéis alusivos, entre outras iniciativas, direcionadas, especialmente, para os alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

Presidente da Comissão Permanente de Defesa da Mulher da Câmara Municipal do Rio Janeiro, a vereadora Tânia Bastos comemorou e ressaltou a importância da aprovação da lei.

“Dez mulheres morrem vítimas de violência por dia no nosso país. A aprovação da Lei Maria da Penha foi um avanço ao reconhecer este tipo de violência como crime, mas é preciso muito mais. A nossa proposta é uma mudança cultural, por isso, o assunto deve ser tratado na escola. Discutir a questão da violência na sala de aula é fundamental para que possamos criar políticas públicas com o recorte de gênero e estabelecer uma nova relação social”, concluiu, a parlamentar e autora da lei, Tânia Bastos.

Por Assessoria de imprensa da vereadora Tânia Bastos

Foto: Cedida
 Portal do PRB


Não haverá restrições de recursos para a agricultura, afirma presidenta Dilma

Não haverá restrições de recursos para a agricultura, afirma presidenta Dilma

Quinta-feira, 28 de junho de 2012 às 12:20 (Última atualização: 28/06/2012 às 12:20:53)

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR



A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (28), durante cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, no Palácio do Planalto, que não haverá restrições de recursos para a agricultura. Segundo ela, se os R$ 115,2 bilhões destinados para a safra 2012/2013 não forem suficientes, poderá haver novo aporte de recursos.


“Nós colocamos R$ 115 bilhões de recursos para dar suporte ao empreendedorismo e às iniciativas do agronegócio brasileiro e aqui eu quero assumir o compromisso manifestado pelo ministro Mendes Ribeiro. Não haverá restrições de recursos caso os R$ 115 bilhões sejam empregados de forma a não conseguir chegar ao final da safra. Não há restrições de recursos”, disse.




A presidenta disse que os produtores brasileiros também serão beneficiados pela redução das taxas de juros. O Plano Agrícola e Pecuário reduz de 6,75% para 5,5% a taxa anual de juros, o que representa uma diminuição de 18,5% nos custos dos financiamentos para o produtor rural.


“Nós estamos nesta safra oferecendo mais recursos com taxas de juros menores. A redução da taxa de juros, que é um movimento que estamos vendo ocorrer em toda a economia, é uma marca desse plano também. A agricultura também está sendo beneficiada por essa redução”.

Dilma afirmou ainda que o governo estuda a criação de uma agência de assistência técnica e extensão rural que trabalharia em conjunto com órgãos estaduais e as associações do setor agropecuário. De acordo com a presidenta, essa agência teria como função a disseminação das melhores práticas na agropecuária através de protocolos e pacotes tecnológicos, além da especialização de agentes públicos.

Blog do Planalto

Homenagem o Dia da Mulher

DEPUTADO VILALBA DE PERNAMBUCO

CLICK NOS CARTÕES:


DEPUTADO VILALBA
 

Dia Internacional da Mulher
Portugal

O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente a 8 de Março.

A data foi celebrada pela primeira vez a 19 de Março de 1911 na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

Desde esse ano, o dia tem vindo a ser comemorado em vários países, de forma a reconhecer a importância e contributo da mulher na sociedade.

A data serve ainda para recordar as conquistas das mulheres e a luta contra o preconceito, seja racial, sexual, político, cultural, linguístico ou económico é outro dos objetivos do Dia Internacional da Mulher.

Em 1975, as Nações Unidas promoveram o Ano Internacional da Mulher e em 1977 proclamaram o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher.
 

Dilma confirma leilão de telefonia 4G para maio

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Dilma confirma leilão de telefonia 4G para maio
Publicado em 05.03.2012, às 21h24
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Dilma está em Hannover, na Alemanha, onde participou de um evento de tecnologia ao lado da primeira-ministra Angela Merkel
Foto: Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff confirmou nesta segunda-feira (5) a intenção do governo de realizar o leilão para os serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G) em maio, contrariando as empresas do setor, que querem mais tempo até a licitação. Dilma está em Hannover, na Alemanha, onde participou hoje da abertura da Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços (CeBIT), maior evento do setor, que este ano tem o Brasil como país parceiro.

“Licitaremos, em maio, as faixas necessárias para a implantação dos telefones móveis de quarta geração. Estaremos operando nestas faixas ainda em 2013 nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014”, disse a presidenta, ao listar medidas do governo para o setor. Dilma também citou a ativação de uma rede de fibra ótica para banda larga de 31 mil quilômetros, que, segundo ela, chegará às capitais dos 27 estados brasileiros.

“Contrataremos, ainda em 2012, a construção de cabos óticos submarinos para ligar o Brasil à América do Norte, à Europa e à África. Essas saídas internacionais serão somadas a um anel ótico sul-americano, cuja implementação foi decidida pelos países que integram a Unasul [União das Nações Sul-Americanas]”, acrescentou.

Ao lado da primeira-ministra Angela Merkel, anfitriã do evento, Dilma disse que o crescimento econômico e a ascensão social no Brasil nos últimos anos aumentaram a importância das tecnologias digitais no país. “O Brasil é, hoje, um país de oportunidades. Um país de oportunidades para os 190 milhões de brasileiros e brasileiras que, graças ao crescimento do emprego e da renda, têm cada vez mais acesso a bens de consumo e serviços, inclusive e sobretudo aos ligados à tecnologia digital.”

A expansão da demanda brasileira por tecnologia, segundo Dilma, levou o Brasil a ser o terceiro maior mercado de computadores pessoais e o quinto maior de telefones celulares em 2011.  Além da inclusão digital, a expansão do setor também representa oportunidades de investimentos para o país, disse a presidenta. “A ampliação e o potencial desse mercado não passaram despercebidos aos nossos parceiros externos. Só no setor de telecomunicações, o investimento estrangeiro direto no Brasil cresceu mais de dez vezes no ano passado, saltando para mais de US$ 6 bilhões”, citou.

Além da visita à CeBIT, Dilma está na Alemanha para um encontro bilateral com Angela Merkel. As duas chefes de Governo deverão conversar sobre a crise financeira que castiga a Europa e assuntos de cooperação técnica entre os dois países, principalmente as parcerias entre universidades.

Fonte: Agência Brasil


Mensagem enviada por Dilma marca reabertura do Congresso

Mensagem enviada por Dilma marca reabertura do Congresso

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
02/02/2012- Presidenta
As conquistas de programas criados em seu primeiro ano de governo e a necessidade de o Brasil manter uma política de austeridade fiscal serão os principais pontos da mensagem que a presidente Dilma Rousseff envia nesta quinta-feira ao Congresso para marcar a reabertura dos trabalhos legislativos. Segundo integrantes do governo, a mensagem, logo no seu início, reforçará os avanços obtidos com programas como o Brasil Sem Miséria, na área social, e ainda o Brasil Maior, que trouxe medidas na economia como a desoneração da folha de pagamento. Deverá haver ainda a citação de programas herdados do governo Lula, especialmente na área da Educação, que tiveram uma potencialização, como o Pronatec, com o aumento de escolas técnicas no país.

Vale lembrar que ano passado a presidente Dilma Rousseff apresentou pessoalmente a mensagem e que muitas de suas principais promessas não saíram do papel, como o pacto para evitar novas tragédias como o deslizamento de terras em cidades afetadas pelas chuvas. Já a política de longo prazo para o salário mínimo de fato está em fase de implantação e resultou num reajuste considerável em 1º de janeiro: 14,13%.
Necessidade de manter o ajuste fiscal será reforçada na mensagem
No campo econômico, o discurso da presidente é o de manter a austeridade fiscal, com gastos sob controle, mas, ao mesmo tempo, promovendo mais investimentos e crescimento do país. A necessidade de manter o ajuste fiscal será reforçada diante do cenário de crise econômica internacional, em especial na Europa.
Além do recado para os parlamentares não aprovarem propostas que aumentem os gastos, a presidente deixará claro suas prioridades no Congresso em 2012: a principal delas é aprovar o projeto que cria o Regime de Previdência Complementar do Servidor Público, já que o rombo do atual regime está beirando os R$ 60 bilhões. A criação do Funpresp, o fundo de previdência complementar do servidor público, é o primeiro item da Câmara, a partir da próxima semana.
A mensagem é composta por uma introdução assinada pela presidente e depois vários capítulos sobre as realizações das principais áreas do governo. Para elaborar a mensagem, a presidente mandou um recado à Casa Civil e a todos os ministérios: queria relatos atualizados dos números de cada pasta e não queria erros nas informações.
O recado de austeridade fiscal será a primeira senha para os parlamentares sobre os cortes no Orçamento de 2012, aprovado pelo Congresso em dezembro e sancionado pela presidente Dilma sem vetos. A necessidade de aumentar os investimentos - que ficaram estagnados em 2011 e tiveram redução em termos de percentual do PIB, conforme O GLOBO mostrou na última segunda-feira - fará com que a presidente Dilma faça um contingenciamento um pouco acima dos R$ 50 bilhões, num patamar parecido com os R$ 50,6 bilhões contingenciados em 2011.
Emendas parlamentares deverão ser atingidas com os cortes
Os cortes deverão atingir em cheio as emendas parlamentares aprovadas no Orçamento. Dos R$ 23 bilhões, cerca de R$ 20 bilhões deverão ser congelados, em emendas individuais, coletivas e de bancada. O Orçamento da União aprovado e sancionado foi inflado pelo Congresso em R$ 32 bilhões, graças às emendas dos parlamentares e numa reestimativa de arrecadação de mais R$ 26 bilhões.
Segundo interlocutores da área econômica, a ideia de fazer um contingenciamento de até R$ 70 bilhões estaria sendo revista. O Palácio do Planalto considerou, segundo esses interlocutores, que a economia extra poderá ser feita na própria execução do Orçamento, segurando novas despesas. O governo terá um prazo menor para gastar devido à própria eleição municipal, cuja legislação proíbe repasses para prefeituras a partir de junho.
A mensagem será entregue, como de praxe, pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que estará acompanhada da ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti.
Para 2012, o governo quer, novamente, cumprir a meta cheia, fixada em R$ 139,8 bilhões. Para isso, o governo não poderá abater R$ 25,6 bilhões do PAC - o que era permitido -, o que significa que terá que reduzir gastos para fazer essa economia.

Da Agência O Globo


Aprovação de Dilma é recorde em 1º ano de governo


Aprovação de Dilma é recorde em 1º ano de governo

Com 72% de aprovação, Dilma Rousseff é a primeira mulher a assumir a chefia de Estado do Brasil
Aprovação de Dilma é recorde em 1º ano de governo
Nelson Antoine/Fotoarena/Folhapress
Agência Efe

Dilma Rousseff completou neste domingo(01/01/12) um ano como presidente do Brasil com uma aprovação superior a de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, após ter destituído seis ministros por suspeitas de corrupção e mantido a economia em uma boa direção em meio a crise global.

A primeira mulher a assumir a chefia de Estado do Brasil terminou o primeiro ano de mandato com uma popularidade de 72% e índice de aprovação de seu Governo de 56%, acima dos 51%

de Lula (2003-2011) e dos 41% de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003) quando completaram seus primeiros 12 meses de gestão, conforme recente pesquisa Ibope.

Enquanto 56% dos brasileiros aprovam o desempenho do Governo de Dilma, 32% consideram como regular e 11% reprovam.

Os analistas atribuem o alto índice de aprovação a imagem de intolerante com a corrupção que a presidente demonstrou e as medidas adotadas por ela para garantir que a economia brasileira continuasse crescendo apesar dos efeitos da crise internacional.

Os escândalos de corrupção ocorridos em seu primeiro ano de Governo e que custaram o cargo de seis ministros, que foram obrigados a renunciar ou exonerados pelas supostas irregularidades, ao invés de afetar a imagem da governante tiveram efeito positivo, graças à rapidez com que Dilma atuou em cada caso para tomar medidas preventivas e afastar-se dos acusados.

Seu estilo mais técnico contrastou com o de Lula, seu padrinho político e quem a escolheu a dedo para sucedê-lo, que preferia defender os colaboradores acusados de irregularidades para não gerar crise na ampla aliança partidária que sustentava seu Governo.

O crescimento econômico e a redução do desemprego também ajudam a elevar o índice de aprovação da governante.

No primeiro ano de gestão de Dilma, o Brasil gerou 2,3 milhões de empregos formais e reduziu a taxa de desemprego a 5,2% em novembro, o menor nível em quase uma década.

Em 2011 o país ainda bateu o recorde de exportações (US$ 250 bilhões), de investimentos estrangeiros (cerca de US$ 65 bilhões) e de nível das reservas internacionais, que superam os US$ 350 bilhões.

Mesmo sem condição de alcançar o crescimento da economia brasileira previsto para 2011 (cerca de 3%) e distante da expansão de 7,1% de 2010, Dilma, com medidas para incentivar o consumo, conseguiu que o gigantesco mercado interno brasileiro revertesse a retração do mercado externo causada pela crise.

Apesar do alto custo de sua política econômica, já que a crescente demanda deixou a inflação acima do teto da meta do Governo (6,5% em 2011) e o ajuste fiscal só foi alcançado pelo aumento de impostos (que já equivalem a 36% do Produto Interno Bruto, PIB), a governante tornou o Brasil um dos poucos países ainda em crescimento na atual conjuntura.

Essa condição elevou o Brasil neste ano a sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França, após superar o Reino Unido, conforme estudo do Centro de Pesquisas em Economia e Negócios (CEBR), de Londres.

O Governo calcula que, com crescimento econômico médio entre 4% e 5% nos próximos anos, o Brasil passará antes de 2015 a quinta maior economia mundial, superando a França.

O Brasil tem "todos os motivos" para olhar 2012 com "grande otimismo" e com a certeza de que continuará crescendo "com estabilidade" e diminuindo a desigualdade em um ambiente de pujante democracia, disse Dilma em sua mensagem de fim de ano à população.

Embora tenha enfrentado dificuldades fiscais no fim do ano, a presidente conseguiu iniciar algumas de suas promessas para acentuar o processo de redução da pobreza e das desigualdades iniciado por seu antecessor.

Dilma, que se propõe erradicar a miséria no Brasil até o fim de seu mandato, em 2013, ampliou o programa Bolsa Família, subsídios pagos a cerca de 13 milhões de famílias pobres.

Em seu último programa de rádio semanal do ano, Dilma afirmou que em seu primeiro ano conseguiu identificar 407 mil famílias que até agora não recebiam os subsídios públicos aos que tinham direito, e incluí-las na Bolsa Família.
EFE


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