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Dilma visita a redação da Record em Londres com o Bispo Macedo

Dilma visita a redação da Record em Londres com o Bispo Macedo; veja

A presidente Dilma Rousseff visitou na manhã desta quinta-feira (26) as instalações da Rede Record em Londres, mostrando muita simpatia e interesse pelo trabalho de cobertura da equipe, assim como pelas competições. A presidente chegou às 11h (7h no horário local) no estúdio da Record em Londres, que fica no Centro de Imprensa Internacional dentro do Parque Olímpico. Ela estava acompanhada dos ministros Aldo Rebelo, do Esporte, e Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, além de assessores.

Dilma foi recebida pelo proprietário da Record, Edir Macedo, pelo presidente da emissora, Alexandre Raposo, pelo presidente de relações institucionais, Marcos Pereira, e pelo vice-presidente de Jornalismo, Douglas Tavolaro.
 Veja o vídeo:


Ela elogiou a cobertura durante conversa com Macedo.

- Acho que vocês estão fazendo um trabalho fantástico pelo Brasil.

A presidente foi recebida também pela jornalista Ana Paula Padrão, conheceu as instalações e conversou com comentaristas e apresentadores na redação montada exclusivamente para os Jogos. Depois, foi aos estúdios, onde são apresentados os telejornais, programas e boletins.

Dilma conferiu toda a estrutura técnica que será usada na transmissão dos Jogos e conheceu o telão olímpico. A apresentadora Mylena Ciribelli mostrou à presidente os modernos recursos que serão usados durante todo o período dos Jogos.

Dilma Rousseff usou uma claquete especial para abrir oficialmente as transmissões da Record nas Olimpíadas de Londres. A presidente descerrou uma placa comemorativa que traça a missão da Record com o esporte olímpico brasileiro.

A placa revela o orgulho da Record em passar aos telespectadores a importante mensagem social do esporte.

Com a transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres, a emissora pretende construir um legado cultural e educacional para os jovens de todo o Brasil.
 
R7

Não haverá restrições de recursos para a agricultura, afirma presidenta Dilma

Não haverá restrições de recursos para a agricultura, afirma presidenta Dilma

Quinta-feira, 28 de junho de 2012 às 12:20 (Última atualização: 28/06/2012 às 12:20:53)

Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR



A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (28), durante cerimônia de lançamento do Plano Agrícola e Pecuário 2012/2013, no Palácio do Planalto, que não haverá restrições de recursos para a agricultura. Segundo ela, se os R$ 115,2 bilhões destinados para a safra 2012/2013 não forem suficientes, poderá haver novo aporte de recursos.


“Nós colocamos R$ 115 bilhões de recursos para dar suporte ao empreendedorismo e às iniciativas do agronegócio brasileiro e aqui eu quero assumir o compromisso manifestado pelo ministro Mendes Ribeiro. Não haverá restrições de recursos caso os R$ 115 bilhões sejam empregados de forma a não conseguir chegar ao final da safra. Não há restrições de recursos”, disse.




A presidenta disse que os produtores brasileiros também serão beneficiados pela redução das taxas de juros. O Plano Agrícola e Pecuário reduz de 6,75% para 5,5% a taxa anual de juros, o que representa uma diminuição de 18,5% nos custos dos financiamentos para o produtor rural.


“Nós estamos nesta safra oferecendo mais recursos com taxas de juros menores. A redução da taxa de juros, que é um movimento que estamos vendo ocorrer em toda a economia, é uma marca desse plano também. A agricultura também está sendo beneficiada por essa redução”.

Dilma afirmou ainda que o governo estuda a criação de uma agência de assistência técnica e extensão rural que trabalharia em conjunto com órgãos estaduais e as associações do setor agropecuário. De acordo com a presidenta, essa agência teria como função a disseminação das melhores práticas na agropecuária através de protocolos e pacotes tecnológicos, além da especialização de agentes públicos.

Blog do Planalto

Sancionada lei que criminaliza exigência de cheque-caução em hospitais

Sancionada lei que criminaliza exigência de cheque-caução em hospitais
Agência Brasil
Penas podem ser triplicadas, se o paciente morrer.
Saúde - hospitais - Pronto-socorro - HospitalA presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou nesta segunda-feira (28) a Lei 12.653/12, que torna crime exigir cheque-caução em hospitais. O projeto que deu origem à nova lei foi aprovado pela Câmara no início deste mês.










A lei altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para criar um novo tipo de crime específico relacionado à omissão de socorro (artigo 135). A partir de agora, quem exigir o cheque-caução poderá ser punido com detenção de três meses a um ano e multa.

A pena poderá ser dobrada, se o paciente sofrer lesão corporal grave por causa da falta de atendimento; e até triplicada, se o paciente morrer.

Também será considerado crime exigir nota promissória ou o preenchimento prévio de formulários administrativos, como condição para o atendimento médico de emergência.

Os hospitais e as clínicas terão que afixar, em local visível, cartazes informando os pacientes de que é crime pedir cheque-caução, nota promissória ou preenchimento de formulários.

Da Redação/ND

Agência Câmara de Notícias

Dilma lança programa para tirar da miséria famílias que vivem na pobreza extrema

AÇÃO BRASIL CARINHOSO
Dilma lança programa para tirar da miséria famílias que vivem na pobreza extrema

Iniciativa beneficiará 4 milhões de famílias e vai garantir uma renda mínima de R$ 70
13/05/2012 21:24 - AGÊNCIA BRASIL
Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país

BRASÍLIA - A presidenta Dilma Rousseff anunciou neste domingo (13), em seu pronunciamento do Dia das Mães em cadeia nacional de TV e rádio, o lançamento da Ação Brasil Carinhoso. Segundo a presidenta, o programa vai tirar da miséria absoluta todas as famílias brasileiras que tenham crianças com até 6 anos de idade.  
“O Brasil Carinhoso faz parte do grande Programa Brasil sem Miséria, que estamos desenvolvendo com sucesso em todo o território nacional. Será a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância já lançada no nosso país”, disse.

O primeiro eixo do programa, que deve beneficiar cerca de 4 milhões de famílias, vai garantir uma renda mínima de R$ 70 a cada membro das famílias extremamente pobres que tenham pelo menos uma criança nessa faixa etária, sendo um reforço ao Bolsa Família. Os outros dois eixos são o aumento do acessos dessas crianças à creche e a ampliação da cobertura dos programas de saúde para elas.

Dilma ressaltou que a principal bandeira do seu governo é acabar com a miséria absoluta no país e que, historicamente, a faixa de idade na qual o país tem mais dificuldade em reduzir a pobreza é a de crianças de até seis anos. Além de estar concentrada entre os jovens, a presidenta observou que a pobreza absoluta atinge principalmente as regiões Norte e Nordeste, onde vivem 78% dessas crianças.

“Por essas razões, o Brasil Carinhoso, mesmo sendo uma ação nacional, vai olhar com a máxima atenção para as crianças dessas duas regiões mais pobres do país”, destacou Dilma, explicando que, assim como outros programas do Brasil sem Miséria, será uma parceria do governo federal com os governos estaduais e municipais.

Em relação ao terceiro eixo do programa Brasil Carinhoso, Dilma disse que, além de ampliar a cobertura dos dos atuais programas de saúde, será lançado um amplo programa de controle da anemia e deficiência de vitamina A e disponibilizado gratuitamente, em unidades de farmácia popular, remédios contra a asma.

Antes de anunciar o novo programa, Dilma disse que devia ser a primeira vez que um presidente fazia um pronunciamento no Dia das Mãe e, no caso, uma presidenta, “que é uma mulher, que é filha, mãe e avó”. Ela deixou um abraço a todas as mães brasileiras, “em especial às que mais sofrem”.
Folha PE

Dilma recebe prêmio e diz que igualdade de gênero é prioridade do governo

13/03/2012 14:19
Dilma recebe prêmio e diz que igualdade de gênero é prioridade do governo
Geraldo Magela/Agência Senado
Dilma Rousseff recebe diploma mulher-cidadã
Dilma Rousseff (C) recebeu o prêmio Bertha Lutz. Na sessão solene, com Marco Maia (E) e José Sarney (D).
A presidente da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta terça-feira (13) que a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens, pobres e ricos, de diferentes raças, é a principal meta de seu governo. “Igualdade de oportunidade e de condição de gênero, raça, todos os tipos, deve ser obsessão do País”, disse a presidente, após receber o prêmio Bertha Lutz no Congresso Nacional.

Homenageada em sessão solene do Congresso pelo Dia Internacional da Mulher (8 de março), Dilma dedicou sua premiação a todas as mulheres brasileiras. “Sinto-me representando as mulheres”, disse a presidente.
O prêmio Bertha Lutz é concedido todos os anos a mulheres que tenham contribuído para ampliar a participação feminina na sociedade.
Em seu discurso, a presidente citou várias ações governamentais que ressaltam o protagonismo das mulheres no País. Segundo ela, 93% dos cartões do Bolsa Família foram emitidos em nome de mulheres e 47% dos contratos da primeira fase do programa Minha Casa, Minha Vida foram assinados por elas.
Dilma lembrou também que, no ano passado, a pobreza no País diminuiu 7,9%, apesar da crise econômica mundial.

Geraldo Magela/Agência Senado
Autoridades - Dilma Rousseff em sessão solene no Congresso em homenagem ao Dia da Mulher - Mulher-Cidadã
Dilma (C) com as deputadas Benedita da Silva e Rose de Freitas e com as senadoras Vanessa e Marta (E para D).
Reforma política
A sessão solene do Congresso homenageou o Dia Internacional da Mulher e os 80 anos do voto feminino no Brasil, conquistado em 1932. Apesar de reconhecerem o aumento da participação feminina na política no período, os participantes da sessão foram unânimes em afirmar que o Brasil deve fazer uma reforma política que inclua mais a mulher, principalmente no Parlamento.
O presidente da Câmara, Marco Maia, defendeu a inclusão na reforma política de dispositivo que permita a maior eleição de mulheres para os cargos proporcionais, para que elas deixem de ser apenas 45 no total de 513 deputados.
A representante da bancada feminina na Câmara, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), e a ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, também reivindicaram cotas de gênero na reforma política. Na avaliação de Benedita, a reforma não deve excluir “ideologicamente a participação paritária” das mulheres.
Eleição de Dilma
Eleonora Menicucci destacou que a eleição de Dilma Rousseff para a Presidência foi um passo importante na trajetória de luta política das mulheres e disse esperar que as eleições municipais deste ano sejam uma oportunidade de avanço.
As primeiras vice-presidentes da Câmara, Rose de Freitas (PMDB-ES), e do Senado, Marta Suplicy (PT-SP), disseram que a eleição teve um valor simbólico, de encorajamento da mulher brasileira a lutar por seus direitos.
“Isso [a eleição] vai ter um impacto no imaginário das meninas. As meninas, talvez daqui a pouquinho, não vão mais brincar só de boneca, vão brincar de presidente. As mulheres vão ter autonomia, confiança, independência e força e vão ter um companheiro igual”, disse Marta Suplicy.
As parlamentares também elogiaram Dilma por escalar dez mulheres para ocupar cargos como ministras. Rose de Freitas espera que o fato sirva de exemplo para o Congresso Nacional. “Nós temos que avançar na legislação e conseguir garantir os nossos direitos que ainda não estão garantidos. A presidente nos anima a nos engajar nessa luta”, disse a deputada.
Outros avanços
Entre outros avanços relacionados às mulheres nos últimos anos no Brasil, Marco Maia listou a escolha de Ana Arraes como ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) e de Cármen Lúcia para presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e comandar as eleições municipais deste ano.
O presidente da Câmara também destacou a recente interpretação dada pelo Judiciário à Lei Maria da Penha. “De acordo com a norma original, o agressor só era processado se a mulher agredida fizesse queixa formal. Agora, o Ministério Público pode denunciar o agressor, mesmo que a mulher não apresente queixa contra quem a agrediu”, explicou.
O Brasil, concluiu Marco Maia, só será um país verdadeiramente democrático quando as políticas forem decididas conjuntamente por homens e mulheres, na proporção que eles e elas convivem na sociedade.
Confira o perfil das vencedoras do prêmio Bertha Lutz 2012
Saiba mais sobre Bertha Lutz
Veja infográfico sobre a história do voto feminino no Brasil
Reportagem – Noéli Nobre e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Agência Câmara de Notícias

Mais de 30 mil escolas vão ter aula em tempo integral este ano

EDUCAÇÃO

Mais de 30 mil escolas vão ter aula em tempo integral este ano, diz presidenta

Programa Mais Educação deve beneficiar 5 milhões de estudantes em todo o País

12/03/2012 08:58 - AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA – A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (12) que mais de 30 mil escolas em todo o país vão ter aula em tempo integral ainda em 2012. Segundo ela, o Programa Mais Educação, que oferece atividades em tempo integral aos estudantes do 1º ao 9º ano, deve beneficiar 5 milhões de estudantes em todo o país – inclusive em escolas rurais. 

“O Programa Mais Educação é responsável por uma grande transformação que já estamos fazendo em 15 mil escolas do ensino fundamental de todo o país. Hoje, 2,8 milhões de estudantes do 1º ao 9º ano já ficam na escola o dia todo. Eles participam de atividades orientadas, que vão desde o acompanhamento das tarefas escolares até a prática de esportes, aulas de arte e informática”, explicou.
No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma ressaltou que a meta de 30 mil escolas com ensino fundamental em tempo integral era esperada para 2014 e que o novo número definido para o último ano de governo passou a ser de 60 mil escolas integradas ao Mais Educação.
“Elas [as crianças] ficam na escola, no mínimo, sete horas por dia. Lá, recebem um lanche pela manhã, almoçam e depois, à tarde, fazem novo lanche. E o que é importante: têm reforço em matemática, português, ciências, praticam esportes, têm aula de arte e ainda fazem informática”, explicou.
O Ministério da Educação está com inscrições abertas até o próximo dia 30 para novas adesões das prefeituras ao Mais Educação. Ao todo, o governo deve investir R$ 1,4 bilhão este ano no programa. Têm prioridade escolas onde estudam beneficiários do Bolsa Família e também as que tiveram baixa avaliação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
“As atividades complementares podem contribuir muito para melhorar a qualidade da educação das nossas crianças”, disse a presidenta. “É uma forma de superar desigualdades, permitir que todas as crianças tenham uma boa educação e acesso a atividades que serão muito importantes para o seu futuro”, concluiu.

Folha PE

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