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Silêncio de depoentes leva CPMI do Cachoeira à busca de documentos

 
Andréa Aprígio e Souza, ex-mulher do contraventor, afirmou na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira que nada tem a ver com o suposto esquema criminoso do qual o ex-marido é acusado e que todas as suas empresas estão em situação legal. 




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 Silêncio de depoentes leva CPMI do Cachoeira à busca de documentos
Andressa Mendonça, mulher de Carlos Cachoeira, e o agente aposentado da Polícia Federal Joaquim Gomes Thomé Neto, suposto "araponga", evocaram nesta terça-feira o direito de permanecer em silêncio para não se autoincriminarem. Comissão decidiu ir à PF e ao Banco Central em busca de documentos.

Mais dois depoentes deverão se calar hoje na CPMI do Cachoeira
Oposição quer ouvir depoimento de ex-governador de Goiás na CPMI
Delta repassou quase R$ 250 milhões para empresas de fachada, diz senador

Direitos humanos
Denúncias aumentaram depois da criação da Lei Maria da Penha

Na última década, 43 mil mulheres morreram vítimas de violência doméstica no Brasil.
 


CPMI analisa a elevada taxa de homicídio de mulheres no Brasil
Ministério da Saúde diz que notificações por agressão aumentaram

Previdência
Aposentados cobram, na Câmara, extinção da contribuição de inativos

Marco Maia diz que ainda não há acordo para votar fim do fator previdenciário


Código Florestal Comissão vota destaques da medida provisória que altera o novo código

Pecuária
Deputados reivindicam Refis para pequenos e médios frigoríficos

Plenário

Prosseguem as negociações para a retomada das votações no Plenário

Julgamento no Supremo domina debates do Plenário


Trabalho Comissão pode votar hoje PEC que amplia direitos de empregados domésticos

Telefonia
Anatel pode voltar a proibir operadoras de vender de chips para celular

Conselho de Ética

Conselho inicia processo disciplinar contra Bacelar e Medrado

Direito

Câmara e Senado promovem seminário sobre os 10 anos do Código Civil

Meio ambiente Comissão discute ações sobre mudanças climáticas no cerrado

Estado Comissão especial discutirá aprimoramento das instituições



Justiça Câmara aprova permissão para que consumidor escolha onde ajuizar ação

Aviação

Deputados aprovam normas para evitar acidentes aéreos envolvendo pássaros

Esportes

Audiência discutirá supervalorização da medalha de ouro nas Olimpíadas
Agência Câmara de Notícias

Estudante que ofendeu nordestinos no Twitter é condenada

Estudante que ofendeu nordestinos 
no Twitter é condenada
Pena de Mayara Petruso foi convertida em serviço comunitário e multa
Do R7
Divulgação

Mayara sugeriu pelo Twitter que paulistanos afogassem nordestinos

A estudante universitária Mayara Petruso foi condenada nesta quarta-feira (16) a 1 ano, 5 meses e 15 dias de reclusão por mensagem preconceituosa e de incitação à violência contra nordestinos em sua página no Twitter. A decisão foi da juíza federal Mônica Aparecida Bonavina Camargo, da 9ª Vara Federal Criminal em São Paulo.

A pena, entretanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa.

A acusada confessou ter publicado a mensagem “Nordestisto [sic] não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”. Ela alegou ter sido motivada pelo resultado das eleições à presidência da República em 2010, quando seu candidato – José Serra – perdeu para Dilma Rousseff devido à expressiva votação dos nordestinos.


Em sua defesa, Mayara disse que não tinha a intenção de ofender, que não é preconceituosa e não esperava que a postagem tivesse tanta repercussão. Confessou estar envergonhada e arrependida pelo que fez.

À época, a estudante cursava o primeiro ano de Direito, residia na capital paulista com duas amigas e estagiava em escritório de advocacia de renome. Após a repercussão do fato, perdeu o emprego, abandonou a faculdade e mudou-se de cidade com medo de represálias.

Com base na Lei n.º 7.716/89, o MPF (Ministério Público Federal) denunciou a ré por crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional. Em sua sentença, a juíza expôs a gravidade da situação:

— Reconheço que as consequências do crime foram graves socialmente, dada a repercussão que o fato teve nas redes sociais e na mídia [...]. O que se pode perceber é que a acusada não tinha previsão quanto à repercussão que sua mensagem poderia ter. Todavia, tal fato não exclui o dolo [intenção].


Confira também
A conduta da estudante acabou gerando inúmeros comentários com conteúdo agressivo e preconceituoso na internet. A juíza Mônica Camargo rejeitou a alegação de Mayara de que sua expressão foi uma posição política. 

— As frases da acusada vão além do que seria politicamente incorreto, recordando-se que o ‘politicamente correto’ geralmente é mencionado no que toca ao humor, hipótese de que não se cuida nesta ação penal.

O serviço comunitário que Mayara terá de prestar ainda será definido, mas a multa já tem valor: ela deverá efetuar pagamento de multa e indenização de R$ 500,00.


Coluna Internacional

Mortos por tempestade nas Filipinas ultrapassa os mil e quinhentos

 

 

Por Redação. - 07:17:00 - 366 Views

Getty Images

MANILA (O REPÓRTER) - A tempestade tropical Washi, que atingiu em cheio o litoral das Filipinas ainda segue somando vítimas fatais. O desastre natural passou pelo sul das Filipinas entre 16 e 18 deste mês, na ilha de Mindanao, e se estima que tenha atingido aldeias num raio de 300 quilômetros.
O saldo atual é de mais de 1500 mortos, mas autoridades do país aguardam, ainda, que o número aumente devido aos relatos de centenas de pessoas que continuam desaparecidas.
Enquanto isso, continuam as operações de salvamento, busca e resgate nos locais onde as inundações e deslizamento de terras provocados pelas chuvas causaram o desmoronamento de dez mil casas e deixaram 300 mil pessoas desalojadas. A população continua em abrigos de emergência onde chega diariamente ajuda externa.
Para o país asiático, além do desastre humanitário que enfrenta, as perdas econômicas foram gigantescas. São mais de 17 milhões de euros em infraestrutura e no setor agrícola oo prejuízo foi de 260 mil euros.

Leia mais sobre esse assunto em http://www.oreporter.com/detalhes.php?id=67855#ixzz1hjQ87JQ9
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Tepco pede nova ajuda financeira ao governo
 
Meses depois do acidente, local continua desvastado (foto AP)
Tepco pede nova ajuda financeira ao governo
Por Redacção

A empresa privada detentora da central nuclear de Fukushima, a Tepco, solicitou a um organismo público uma ajuda adicional de 700 biliões de ienes (6,5 biliões de euros) para pagar parte das indemnizações das vítimas do desastre atómico que se sucedeu ao terramoto e tsunami em Março.

A Tokyo Electric Power alega que o número de pessoas que devem receber indemnizações tem aumentado desde a última ajuda recebida.
10:08 - 27-12-2011

JAPÃO
O governo japonês Tepco, empresa operadora da central nuclear de Fukushima, revelaram esta quarta-feira um plano para desactivar a central num prazo entre 30 e 40 anos, depois de anunciada a estrabilização dos reactores através de «paragem fria».


Golpe de Estado é frustrado em Guiné Bissau
  2011-12-27 17:23:20  crise
  As forças armadas da Guiné-Bissau frustraram na segunda-feira a tentativa de golpe de estado lançada por um grupo de soldados, apontou o exército da nação da África Ocidental.
  Os amotinados tentaram a derrocada do governo do presidente Malam Bacai Sanha, mas fracassaram, apontou o exército, acrescentando que já tem o total controle da situação.
  Na manhã da segunda-feira, as tropas do chefe do Exército, António Injai, enfrentaram as tropas leais ao chefe da Marinha, José Americo Bubo Na Tchuto.
  Bubo foi detido logo depois de seus próprios homens terem conseguido manter sob captura o chefe do Exército às 5h, horário local. Injai foi liberado pelos soldados que agiram em seu resgate desde Mansoa, 50 quilômetros ao norte da capital do país, Bissau.
  O enfrentamento ocorreu quando o presidente de 64 anos está hospitalizado na França. O presidente viajou ao país vizinho Senegal no final do mês passado para receber tratamento médico, o que causou terrores de instabilidade na ex-colônia portuguesa.
  Sanha foi eleito em 2009 depois do assassinato do ex-presidente, Nino Vieira e do ex-chefe do Exército, Batista Tagm na Wai em março do mesmo ano.
  O país de 1,7 milhão de habitantes testemunhou uma série de golpes no país desde sua independência de Portugal em setembro de 1973. 

por Agência Xinhua




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