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Facebook lança seu próprio app de fotos para iOS (e é idêntico ao Instagram)

INTERNET 

Facebook lança seu próprio app de fotos para iOS (e é idêntico ao Instagram) 

POSTADO POR Paulo Floro , ÀS 17:05 EM 24/05/2012 

O Facebook lançou seu próprio aplicativo de imagens, o “Facebook Camera”, para iOS. O app é muito útil, sobretudo para a Apple, que não tem integração com essa rede social. Agora ficou mais fácil fazer upload de fotos, marcar pessoas, comentar e criar pastas. O mais curioso é que a mecânica de postagem torna o aplicativo idêntico ao Instagram, que foi comprado por Mark Zuckerberg por US$ 1 bilhão. 

Com o aplicativo é possível postar múltiplas fotos direto do rolo da câmera de uma só vez. Existe ainda a possibilidade de aplicar filtros, o que com certeza é o que mais rende comparações com o Instagram. Será que foi esta a razão para a compra do app por parte do Facebook? O blog Gizmodo acredita que esse Facebook Camera pode significar até mesmo a morte do Instagram, com certeza o aplicativo mais comentado do ano passado. 

O aplicativo foi lançado nesta quinta (24) e está disponível para iOS (iPhone, iPad, e iPod 4ª geração). Ele também serve para suprir uma deficiência da Apple em se integrar ao Facebook. Para postar uma imagem salva no iPhone direto para a rede social, é preciso abrir o app e subir o arquivo. Já para o Twitter, por exemplo, o mesmo procedimento é feito com poucos cliques. 

Clique aqui para fazer o download do app no iOs [Via PetaPixel


Atualização: Como muitos leitores alertaram, a versão para Android não era oficial, apesar de possuir o mesmo nome. A única versão até o momento continua sendo a do iOS. Quando chegar ao Google Play, iremos atualizar o post. 

Mundobit

Mac OS X: como descobrir o IPAprenda a acessar o número que identifica o seu Mac dentro de uma rede local ou na internet.

Mac OS X: como descobrir o IPAprenda a acessar o número que identifica o seu Mac dentro de uma rede local ou na internet.

Por Jonathan D. Machado em 25 de Abril de 2012


O sistema operacional dos computadores da Apple é considerado um dos mais intuitivos e fáceis de usar. Mesmo assim, muitas opções avançadas de configurações ficam um pouco mais escondidas do que deveriam, sendo que uma delas é o número de IP da máquina.

Continue acompanhando esse pequeno guia e descubra a como acessar o número de IP da sua interface de rede.
Tudo o que você precisa fazer é:

Clique com o “botão direito” no pequeno ícone de rede que aparece na Área de trabalho e, em seguida, selecione “Abrir Preferências de Rede” (ou “Open Network Preferences”).


O número de IP já será mostrado logo ao lado, nos detalhes da rede que está conectada.


Se você tiver mais de um dispositivo de rede funcionando ao mesmo tempo (como Wi-Fi e Ethernet), basta selecioná-lo na coluna ao lado para checar suas configurações. Você também pode chegar a esta mesma tela clicando no ícone da Maçã, selecionar “Sobre este Mac” e clicar em “Rede”, nas opções sobre Hardware.



TecMundo

Receita do Facebook supera US$1 bilhãoRede social de Mark Zuckerberg supera marca após sua receita aumentar US$342 milhões em relação ao ano passado.

Receita do Facebook supera US$1 bilhãoRede social de Mark Zuckerberg supera marca após sua receita aumentar US$342 milhões em relação ao ano passado.


Por Ewerton Medeiros em 23 de Abril de 2012


(Fonte da imagem: Reprodução/Facebook)

Reuters. Por Alistair Barr - O Facebook registrou mais de 1 bilhão de dólares em receita durante o primeiro trimestre, de acordo com documentos atualizados registrados por conta da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da rede social.

A receita foi de 1,058 bilhão de dólares no período, ante 731 milhões de dólares no ano anterior. O lucro líquido foi de 205 milhões de dólares no último trimestre, menos do que 233 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2001, disse o documento.


TecMundo

No flagra!

No flagra!

Cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, redes sociais contribuem para a busca de provas de infidelidade entre casais na Justiça



Da redação

redacao@folhauniversal.com.br




Hoje dificilmente alguém vive completamente fora do mundo digital. Somente no Brasil, mais de 87% dos internautas fazem parte de algum tipo de site de relacionamento, segundo levantamento recente do eMarketer, portal especializado em inteligência digital. O impacto da popularização das redes sociais, o acesso livre às câmeras e smartphones já pode ser sentido nas famílias. Cada vez mais essas tecnologias têm papel fundamental na separação de casais. A Associação de Advogados Matrimoniais dos Estados Unidos estima que publicações no Facebook já correspondam a 20% das provas apresentadas por cônjuges na hora do divórcio.


Na opinião de Álvaro Villaça Azevedo, professor de direito civil da Universidade de São Paulo (USP) e diretor da Faculdade de Direito da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), a comunicação pela internet tem aumentado atos de deslealdade e quebra de fidelidade entre cônjuges – recentemente impulsionados por redes sociais e ferramentas de bate-papo. "Pela internet muitas injúrias se cometem, o que enfraquece a convivência familiar em geral. Em particular, as redes sociais têm contribuído para o aumento dos divórcios, facilitando a infidelidade e a deslealdade entre o casal", afirma.


Para a psicóloga Ana Luiza Mano, integrante do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP (NPPI), o fácil acesso e o excesso de possibilidades contribuem para o comportamento inadequado de pessoas casadas ou compromissadas. "Na rede social você pode criar uma fantasia em cima da foto e do perfil, até tomar coragem para falar com o pretendente. E se você manda uma mensagem e a pessoa não responde, já percebe que não está interessada. É muito mais fácil do que fazer isso pessoalmente", afirma. Segundo Ana Luiza, o mau comportamento dos usuários comprometidos é o grande porém das redes sociais.


A advogada Regina Beatriz Tavares da Silva, presidente da Comissão de Direito de Família do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp), lembra que antes das redes sociais era muito difícil conseguir provas de infidelidade e afirma que muita coisa mudou. "Em meu escritório posso dizer que em cerca de 30% dos processos temos provas oriundas das redes sociais", destaca. Apesar do crescimento, Regina pondera a afirmação de que a internet e os sites de relacionamento incentivam a infidelidade. "O que antes, muito antes de meios de comunicação mais modernos, já ocorria, continua a ocorrer. Se antes o pombo correio levava a mensagem do cônjuge adúltero ao seu cúmplice, hoje o e-mail faz esse papel", afirma.


Fundado em 2004, o Facebook, considerada hoje a principal rede social do mundo, conta com mais de 1 bilhão de usuários. Destes, 37 milhões são de brasileiros. Somente em 2011, a quantidade de brasileiros na rede cresceu 298,5%. O país fica na quarta colocação em número de usuários, perdendo para os Estados Unidos, que possui 157 milhões de internautas, Indonésia, com 41,7 milhões, e Índia, com 41,3 milhões. Todos esses números levam em consideração apenas a rede criada por Mark Zuckerberg.


Paulo Lins e Silva, advogado de família e diretor internacional do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), destaca que, embora não seja tão comum entre os brasileiros, quem busca ressarcimento por danos morais ou materiais contra a ex-esposa ou marido encontrou nas redes sociais da internet as provas necessárias para isso. "Muito embora no direito de família atual brasileiro não tenhamos mais a ‘culpa’ como motivação para a decretação do divórcio, nessas mídias se obtêm o enfraquecimento do vínculo afetivo conjugal, motivando o estímulo das partes para o divórcio", aponta.


Traição na rede


O site norte-americano Facebookcheating.com reúne histórias de internautas que foram traídos e descobriram a infidelidade de seus parceiros através da rede social. Um dos usuários, sem identificação, conta que quando voltou de viagem percebeu que a mulher estava fria e distante. Nesse dia, pouco tempo depois de comemorarem 25 anos de casados, ela pediu o divórcio. "Um ano atrás, minha esposa não sabia usar computador, até que seu irmão lhe enviou convite para o Facebook. Foi um começo inocente, mas então ela configurou seu perfil como ‘solteira’. Percebi que gastava horas no laptop. Achava que era muito tempo, mas acreditei nela. Ela dizia que falava com a família no exterior", diz. "O Facebook deve ser chamado Disgracebook [algo como Desgraçabook], já que o casamento não é mais considerado sagrado no site. Não tenho conta no Facebook e não terei", afirma.


Outra mulher, que também não se identificou, fala no site que o marido reencontrou uma antiga namorada e começou a traí-la. "Descobri que ele tinha entrado em contato com uma antiga namorada no Facebook. Ele não trabalhava naquela época, nem ela. Tinham o dia inteiro enquanto eu trabalhava. Acho que Facebook é um modo fácil para os cônjuges fazerem a festa. Começa como uma conversa inocente, mas muitas vezes acaba em divórcio", lamenta.

Folha Universal

Deputado Federal Vilalba Presidente do PRB de Pernambuco

Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques Cibern.

Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques cibernéticos


 
O Exército brasileiro anunciou a compra de novos softwares para segurança e prevenção contra ataques cibernéticos.
As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque de possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis, como explica à BBC Brasil o general Antonino Santos Guerra, diretor do Ccomgex (Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército).
- Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne os quartéis em todo o país, e ela está bem blindada, mas há pontos de vulnerabilidade.
Em janeiro, as Forças Armadas concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e de um programa que simula ataques cibernéticos, no valor total de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras.
Na última sexta-feira (3), o grupo de hackers Anonymous Brasil atacou o site do Banco Central e as páginas dos bancos BMG, Citibank e PanAmericano, que ficaram temporariamente instáveis.
O grupo também assumiu a autoria de ataques aos sites dos bancos ItaúBradescoBanco do Brasil e HSBC, que aconteceram durante a semana.
Também na última sexta-feira, o FBI anunciou que está investigando como ativistas ligados ao grupo Anonymous conseguiram interceptar uma conferência telefônica entre agentes americanos e a britânica Scotland Yard, em que discutiam ações legais contra os hackers.
Outros ataques em sites institucionais americanos e gregos foram registrados.
Defesa cibernética
Guerra diz que sites do governo já foram derrubados.
- Os ataques que registramos até agora são parecidos com os que acontecem em qualquer empresa. Tentativas de roubos de senhas, negações de serviço, etc. Mas o modo como se obtém uma senha de banco é o mesmo que se pode usar para obter dados confidenciais do Exército. E já tivemos sites do governo derrubados.
Segundo o general, o simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em pelo menos 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.
A Ccomgex, que coordena a compra do antivírus e do simulador de ataques cibernéticos faz parte do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), criado em 2010 para concentrar a administração de todas as ações de proteção virtual da organização.
O programa adquirido por R$ 5,1 milhões será desenvolvido pela empresa carioca Decatron e atualizado de acordo com as necessidades da organização, o que deve facilitar a manutenção do sistema de segurança, de acordo com o general.
O antivírus, no valor de R$ 800 mil, também está em fase de desenvolvimento e deverá ser entregue pela empresa BluePex, de Campinas (SP), dentro de 12 meses.
O diretor do Ccomgex diz que a preferência por empresas nacionais para o programa de proteção do Exército deve estimular a competição e o avanço das empresas de tecnologia e sistemas de segurança no Brasil.
Por isso, as empresas que venceram as licitações terão prazos maiores para realizar mudanças customizadas nos programas, de acordo com as necessidades das Forças Armadas.
O orçamento previsto para o CDCiber em 2012 é de R$ 83 milhões, que devem ser destinados a pelo menos outras quatro aquisições que incluem equipamentos, softwares e o treinamento de pelo menos 500 oficiais.
- Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria.

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