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PEDOFILIA x HACKER - Anonymous lança campanha contra pedofilia

Notícias / Internet
Anonymous lança campanha contra pedofilia
O grupo de hackers divulgou nomes e endereços de donos de sites de pornografia infantilpor Redação Galileu
"Somos uma legião. Nós não perdoamos. Nós não esquecemos" // Crédito: Reprodução

O Anonymous, coletivo de hackers, acaba de declarar guerra contra a pedofilia. Tanto que anunciaram, no YouTube, uma campanha chamada PedoChat, na qual interceptaram computadores de internautas que postam fotos de pornografia infantil na rede. Endereços e nomes de algumas dessas pessoas já foram até divulgados no site Pastebin.

O membro do grupo que fez o anúncio, enquanto usava a famosa máscara de Guy Fawkes, pediu a ajuda do público para pressionar a mídia e os governos para que sites de chat, usados por pedófilos para trocar imagens e material de pornografia infantil, sejam fechados.

Anteriormente, o Anonymous já declarou ter fechado, pelo menos, 40 desses sites que possuíam mais de 100 GB de arquivos que mostravam crianças sendo abusadas.

De acordo com o anúncio, o Anonymous reconhece que essa é uma missão séria, que levará tempo para ser cumprida. Facções do coletivo em todas as partes do mundo estariam participando de missões regionais. Confira os updates sobre a missão no twitter do grupo


Revista Galileu


Mac OS X: como descobrir o IPAprenda a acessar o número que identifica o seu Mac dentro de uma rede local ou na internet.

Mac OS X: como descobrir o IPAprenda a acessar o número que identifica o seu Mac dentro de uma rede local ou na internet.

Por Jonathan D. Machado em 25 de Abril de 2012


O sistema operacional dos computadores da Apple é considerado um dos mais intuitivos e fáceis de usar. Mesmo assim, muitas opções avançadas de configurações ficam um pouco mais escondidas do que deveriam, sendo que uma delas é o número de IP da máquina.

Continue acompanhando esse pequeno guia e descubra a como acessar o número de IP da sua interface de rede.
Tudo o que você precisa fazer é:

Clique com o “botão direito” no pequeno ícone de rede que aparece na Área de trabalho e, em seguida, selecione “Abrir Preferências de Rede” (ou “Open Network Preferences”).


O número de IP já será mostrado logo ao lado, nos detalhes da rede que está conectada.


Se você tiver mais de um dispositivo de rede funcionando ao mesmo tempo (como Wi-Fi e Ethernet), basta selecioná-lo na coluna ao lado para checar suas configurações. Você também pode chegar a esta mesma tela clicando no ícone da Maçã, selecionar “Sobre este Mac” e clicar em “Rede”, nas opções sobre Hardware.



TecMundo

Dual boot ou máquina virtual: Qual é o melhor?Dúvidas sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para as suas necessidades? Confira este guia do Tecmundo e descubra.

Dual boot ou máquina virtual: Qual é o melhor?Dúvidas sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para as suas necessidades? Confira este guia do Tecmundo e descubra.


Por Jonathan D. Machado em 25 de Abril de 2012


Manter mais de um sistema operacional funcionando na mesma máquina tem sido um “truque” bastante útil para muitas pessoas. Mesmo assim, muitos ainda ficam em dúvida sobre em que situação se deve usar o Dual boot ou quando é melhor utilizar uma máquina virtual.

(Fonte da imagem: Reprodução/NovaDevelopment)

Consciente de que esta dúvida ainda paira sobre a mente de muitos dos nossos leitores, o Tecmundo elaborou este pequeno guia que pode ajudar você a entender melhor a ideia proposta pelos dois métodos, bem como a melhor situação para se usar cada um deles. Confira!
Primeiramente: para que serve isso?

Manter dois sistemas operacionais no mesmo computador é útil para situações em que você deseja acessar recursos exclusivos de um SO, mas sem precisar ter mais de um computador. O cenário de uso mais típico são as situações em que usuários de um computador Apple precisam executar programas que só rodam no Windows ou vice-versa.
Máquina virtual

A virtualização de um sistema operacional é especialmente útil para a situação descrita acima, já que ela permite que um SO seja executado “dentro” de outro. Assim, você poderia acessar o seu Windows no seu Mac como se ele fosse apenas mais uma janela na sua área de trabalho.

Existem vários programas que são capazes de fazer isso, sendo que o VMware e oParallels são os mais utilizados. A desvantagem deste método é que os recursos de hardware da máquina são divididos entre os dois (ou mais) sistemas operacionais sendo executados, fazendo com que o desempenho fique bastante prejudicado.

Windows rodando virtualmente em um Mac via Parellels (Fonte da imagem: Reprodução/NovaDevelopment)

Além disso, o sistema operacional sendo virtualizado não tem acesso direto ao hardware, fato que fica evidenciado pela falta de performance ao rodar aplicativos mais pesados, como jogos ou ferramentas gráficas. Mesmo assim, a máquina virtual ainda é perfeitamente praticável caso você esteja acessando apenas programas mais simples, como editores de texto.
Dual boot

Já este segundo método funciona de uma maneira bem diferente. Nele, os dois sistemas operacionais são instalados de forma independente, e não “um dentro do outro” — como acontece na virtualização. Muitos até preferem colocar os dois SOs em partições diferentes do disco rígido justamente para distanciar os arquivos das duas máquinas.

Assistente de dual boot do Boot Camp (Fonte da imagem: Reprodução/Hardan Soft Gaming)

A escolha sobre qual dos dois sistemas operacionais que deve ser usado precisa ser feita ainda quando o PC está sendo inicializado, procedimento chamado de “Boot”. Assim, depois que o computador é iniciado, você vai poder acessar somente os documentos utilizados nos outros sistemas, sem a conveniência de poder executar os programas.

A vantagem deste método é que a máquina que foi inicializada tem total acesso aos recursos de hardware, sem precisar dividi-los com outro SO e sem perder em nada no desempenho. Como nada é perfeito, você não vai poder executar programas do Windows enquanto está trabalhando dentro do Linux, por exemplo.

Seleção de sistema operacional no GRUB (Fonte da imagem: Reprodução/Thunder Sparks)

Falando em Linux, as últimas versões das distribuições mais utilizadas, como o Ubuntu, oferecem a opção para instalar o sistema operacional dentro do Windows, com se fosse apenas mais um programa. Esta opção também instala a ferramenta GRUB automaticamente, e você já pode começar a usar o dual boot assim que a máquina reiniciar pela primeira vez.
E qual é melhor?

Na verdade, não é possível dizer qual dos dois métodos é melhor ou pior, apenas a situação mais adequada em que se deva usar um ou outro. Se a exigência for extrair o máximo de desempenho da máquina, não importando o sistema operacional usado, então a opção do dual boot é a que melhor se encaixa.

Agora, se existe a necessidade maior de se acessar recursos de vários sistemas operacionais ao mesmo tempo, então a virtualização dos sistemas operacionais pode vir melhor a calhar. Lembrando que é importante que você salve todos os seus dados antes de tentar utilizar este recurso, já que se trata de uma operação delicada e que nem sempre ocorre como o esperado.


TecMundo

3 motivos pelos quais você deve sempre limpar o seu teclado

3 motivos pelos quais você deve sempre limpar o seu teclado

Confira algumas razões que podem fazer com que você veja a relação teclado/sujeira com outros olhos.

Por Ráisa Guerra em 23 de Abril de 2012 


Ficar muito tempo no computador já é algo comum para várias pessoas. Consequentemente, algumas ações rotineiras — como comer e beber — também se tornaram corriqueiras na frente do monitor e, especialmente, em cima do teclado.

Mãos sujas, alimentos, espirros, tosses e poeira. Tudo isso — somado aos pequenos e úmidos espaços entre as teclas — pode ter resultados mais desastrosos do que se imagina. Não é de hoje que cientistas alertam para os riscos dos germes nos teclados e, com o passar do tempo, mais pesquisas tornam evidentes os malefícios de um teclado sujo.

Acompanhando esse quadro, o Tecmundo listou alguns bons motivos para você criar o hábito de limpeza com as teclas, tornando o seu relacionamento com o teclado muito mais saudável. Confira:
1 - O teclado pode agregar mais bactérias que um vaso sanitário

Se você já ouviu que um teclado sujo poderia causar doenças, mas nem levava isso tão a sério, uma descoberta no Reino Unido poderá fazer com que você reveja seus conceitos: segundo um estudo, as teclas podem chegar a ter mais sujeira — e, consequentemente, mais germes — que um vaso sanitário.

(Fonte da imagem: Reprodução/Guzer)

O grupo de biólogos ingleses responsáveis por esta pesquisa avaliaram 33 teclados e os hábitos de higiene dos respectivos usuários. O resultado apontou que, entre os 33, 4 apresentavam riscos elevados à saúde humana — podendo causar, por exemplo, intoxicação alimentar. 

Mais foi um quinto teclado o que mais chamou a atenção para os perigos da sujeira entre as teclas: ele estava tão imundo que um microbiologista ordenou sua remoção imediata da mesa do computador, deixando-o na quarentena para passar por uma boa limpeza.

Todas essas atitudes foram tomadas pelo fato do teclado ter ultrapassado mais de 150 vezes o limite de bactérias recomendado, deixando-o cinco vezes mais sujo que um vaso sanitário — também testado na ocasião.
2 - Seu teclado pode atrair bichos pouco desejados

As migalhas de alimentos que caem entre as teclas são um bom aperitivo para animais que, comumente, não são “queridos” pelos humanos. É o caso das baratas e ratos, que além de serem classificados pela maioria como bichos asquerosos, ainda podem transmitir bactérias e enfermidades.


Recentemente, segundo publicado pelo Daily Mail, a Royal Society of Chemistry, em Londres, mostrou evidências do que todos já suspeitavam por lá: ratos estão visitando os teclados dos escritórios londrinos à noite, em busca de uma boa refeição. 

Com isso, eles também deixam excrementos como “lembranças” aos donos dos computadores. Em Londres, essa situação é um problema crescente e, por isso, a Royal Society of Chemistry está lançando um concurso pela busca do teclado mais sujo da Grã-Bretanha. 

O objetivo é publicar as imagens no site do instituto e chamar a atenção para a higiene do computador, com o foco de melhorar a área da saúde na sociedade.
3 - Um teclado sujo pode não funcionar corretamente

Ao clicar em uma tecla, ela fica presa para baixo e se recusa a subir? Ela trava e fica repetindo incontáveis vezes a mesma ação, mesmo que você tenha a apertado apenas uma vez? Ou, em certos casos, é justamente necessário pressioná-la com muita força para que ela entenda o comando?

(Fonte da imagem: Reprodução/M-sign)

Se essas situações são comuns para você, a boa notícia é que há uma grande probabilidade de que não seja necessário comprar outro teclado: ele pode estar apenas sujo. A poeira e outros tipos de sujeira, quando muito acumulados, causam o mau funcionamento das teclas e, consequentemente, a irritação do dono do computador pelos comandos não estarem funcionando corretamente.

Uma boa atitude para evitar o teclado sujo está quanto a não beber na frente do computador: aparelhos eletrônicos e líquidos não se misturam. E, caso você derrube o café entre as teclas e elas continuem a funcionar, uma boa dica é realizar a limpeza imediata para evitar possíveis falhas nos comandos.
Salve-se dos germes!

Como é possível notar, existem boas razões para se preocupar com as consequências da junção “teclados+germes”. Na área científica, a preocupação é tão grande que, nos Estados Unidos, um teclado autolimpante será produzido especialmente para ser empregado em hospitais. 

(Fonte da imagem: Reprodução/ScottHernandez )

Mas você não precisa esperar o lançamento de um teclado assim no Brasil ou gastar muito dinheiro para combater as bactérias. Com simples ferramentas de limpeza você pode deixar suas teclas asseadas e “saudáveis”. 

Quer saber como? O Tecmundo já produziu algumas dicas para te ajudar nesta empreitada contra os germes. Confira abaixo dois tutoriais para limpar computadores e notebooks, e mãos à obra!



Baixaki

O nerd de ontem e o geek de hoje

Informática

O nerd de ontem e o geek de hoje
14/03/2012 02:14 - BERNARDO COIMBRA
Diego Nigro

Para Yeltsin, mercado é favorável ao público

Já se foi o tempo em que aquele sujeito de óculos, que jogava Role Playing Games (RPG) e passava horas a fio em frente ao computador era excluído pelos colegas de turma. Depois da popularização da internet e o advento da web 2.0 - em que os próprios usuários passaram a gerar e organizar informações -, quem é ligado em lançamentos tecnológicos e não desgruda das redes sociais é que virou o “descolado”. Pelo menos, é o que afirmam os antigos nerds, os atuais “geeks”, quando questionados sobre o assunto.


Aliás, o que, definitivamente, é ser nerd ou geek? O professor de psicologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Luciano Meira, que pesquisa a área de internet e jogos digitais, traz uma definição pouco usual para esses termos. De acordo com Meira, “o nerd ainda existe e é o tipo de aluno que as escolas tentam formar, já que é uma figura que tem grande capacidade de aprendizado e retenção de informação”.

 “Já o Geek deveria ser o padrão de aluno para os institutos de ensino, pois ele busca na rede uma determinada informação e constrói um conteúdo a partir daquilo. Eles são mais sociáveis que os nerds por estarem mais presentes nas redes sociais”, explica Meira.

A pergunta que não quer calar é: o que, nesse meio tempo, aconteceu para que os denominados geeks fossem aceitos de forma tão natural? O estudante de ciências da comunicação Rafael Lima define tudo em uma frase: “Todo mundo hoje quer ser geek. Como a tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas, é natural que as pessoas queiram ser ‘antenadas’ em assuntos dessa área”, explica.

Fã de anime, desenhos animados produzidos no Japão e famosos em todo o mundo, o universitário, Ailton Coelho conta que, por ser introvertido, era rotulado de nerd durante o ensino médio. Hoje, reconhece que os tempos mudaram. “Atualmente, quem gosta de anime tem muito mais liberdade para falar sobre isso abertamente, além disso existem mais pessoas interessadas no assunto do que há quatro anos, por exemplo”, relata o estudante.

O blogueiro e estudante de publicidade, Yeltsin Lima, explica que o mercado para quem é interessado na área de tecnologia é bem favorável, já que todas as empresas precisam manter-se online. “Existem empresas, inclusive, que têm funcionários que trabalham apenas pela internet, o chamado home office”, afirma. 

E quem pensa que pessoas interessadas em cultura japonesa ou outros assuntos considerados de “nerd” não têm um círculo social forte está bem enganada. Sobre suas amizades na época de colégio e as de hoje, Ailton faz uma importante ressalva. “Mesmo que nem todo mundo compartilhe dos mesmos gostos que você, é muito mais válido ter poucos e bons amigos do que muitos e nem tão bons assim”, pontua o estudante.

Outro que recebeu apelidos pouco carinhosos e foi até chamado de “secão” - indivíduo que passa muito tempo entretido com games -, mas levou tudo na esportiva foi o estudante de design Pedro Barroca. Sempre ligado nas novidades tecnológicas, Barroca conta que é primordial o interesse no mundo online nos dias de hoje. “É importante estar a par das novidades e sempre se manter informado por meio de portais de notícias, para não perder o bonde do mundo”, diz Barroca.

 Na parte offline da vida dele, o estudante encontrou o par perfeito: Beatriz Saegesser, estudante e também interessada nas novidades da rede. “Estamos sempre no computador, mas como moramos perto, prefiro ficar com ela pessoalmente mesmo”, brinca Barroca.


Folha PE

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