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Vilalba vota a favor da MP que autoriza a criação de linhas de crédito

Deputado Federal Vilalba vota a favor da MP que autoriza a criação de linhas de crédito para produtores atingidos pela seca
Votação - Brasília, quarta-feira, 22 de agosto de 2012 - Ano 13 Nº 2839 
POLÍTICA - Plenário aprova MP que cria linha de crédito para atingidos pela estiagem
 
Eduardo Piovesan

O PLENÁRIO aprovou ontem a Medida Provisória 565/12, que autoriza o Executivo a criar linhas de crédito especiais para os setores produtivos de municípios com reconhecida situação de calamidade pública ou estado de emergência. A MP será encaminhada para votação no Senado.




O texto aprovado é o parecer da comissão mista que analisou a MP, elaborado pelo senador Walter Pinheiro (PT-BA). Esse texto prevê outros benefícios para os atingidos pela seca, como a renegociação de dívidas dos municípios com o INSS.

Os financiamentos beneficiarão os setores rural, industrial, comercial e de serviços, mas as linhas de crédito serão temporárias com prazo proporcional à intensidade dos estragos. Caberá ao Conselho Monetário Nacional (CMN) definir os encargos financeiros e prazos dos financiamentos, que contarão com recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO).

Blog do Vilalba

Fonte: Jornal da Câmara e Agência Câmara

Câmara pode votar MPs que combatem seca no Nordeste


A votação do pacote de medidas provisórias que combatem os efeitos da seca no Nordeste (MPs 565/12 e 569/12) foi adiada a pedido da oposição, que reclama da falta do cumprimento do acordo feito no começo de julho com o governo sobre a liberação de emendas dos deputados.

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Com o fim do recesso parlamentar, o Plenário retoma nesta tarde as sessões. Três medidas provisórias trancam a pauta de votações. Duas são para auxiliar produtores rurais e populações de cidades atingidas pela seca ou por enchentes, e a outra concede um benefício extra às famílias que recebem o Bolsa Família e tenham crianças de até seis anos.

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Agência Câmara de Notícias

Estudante que ofendeu nordestinos no Twitter é condenada

Estudante que ofendeu nordestinos 
no Twitter é condenada
Pena de Mayara Petruso foi convertida em serviço comunitário e multa
Do R7
Divulgação

Mayara sugeriu pelo Twitter que paulistanos afogassem nordestinos

A estudante universitária Mayara Petruso foi condenada nesta quarta-feira (16) a 1 ano, 5 meses e 15 dias de reclusão por mensagem preconceituosa e de incitação à violência contra nordestinos em sua página no Twitter. A decisão foi da juíza federal Mônica Aparecida Bonavina Camargo, da 9ª Vara Federal Criminal em São Paulo.

A pena, entretanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa.

A acusada confessou ter publicado a mensagem “Nordestisto [sic] não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”. Ela alegou ter sido motivada pelo resultado das eleições à presidência da República em 2010, quando seu candidato – José Serra – perdeu para Dilma Rousseff devido à expressiva votação dos nordestinos.


Em sua defesa, Mayara disse que não tinha a intenção de ofender, que não é preconceituosa e não esperava que a postagem tivesse tanta repercussão. Confessou estar envergonhada e arrependida pelo que fez.

À época, a estudante cursava o primeiro ano de Direito, residia na capital paulista com duas amigas e estagiava em escritório de advocacia de renome. Após a repercussão do fato, perdeu o emprego, abandonou a faculdade e mudou-se de cidade com medo de represálias.

Com base na Lei n.º 7.716/89, o MPF (Ministério Público Federal) denunciou a ré por crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional. Em sua sentença, a juíza expôs a gravidade da situação:

— Reconheço que as consequências do crime foram graves socialmente, dada a repercussão que o fato teve nas redes sociais e na mídia [...]. O que se pode perceber é que a acusada não tinha previsão quanto à repercussão que sua mensagem poderia ter. Todavia, tal fato não exclui o dolo [intenção].


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A conduta da estudante acabou gerando inúmeros comentários com conteúdo agressivo e preconceituoso na internet. A juíza Mônica Camargo rejeitou a alegação de Mayara de que sua expressão foi uma posição política. 

— As frases da acusada vão além do que seria politicamente incorreto, recordando-se que o ‘politicamente correto’ geralmente é mencionado no que toca ao humor, hipótese de que não se cuida nesta ação penal.

O serviço comunitário que Mayara terá de prestar ainda será definido, mas a multa já tem valor: ela deverá efetuar pagamento de multa e indenização de R$ 500,00.


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