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PEDOFILIA x HACKER - Anonymous lança campanha contra pedofilia

Notícias / Internet
Anonymous lança campanha contra pedofilia
O grupo de hackers divulgou nomes e endereços de donos de sites de pornografia infantilpor Redação Galileu
"Somos uma legião. Nós não perdoamos. Nós não esquecemos" // Crédito: Reprodução

O Anonymous, coletivo de hackers, acaba de declarar guerra contra a pedofilia. Tanto que anunciaram, no YouTube, uma campanha chamada PedoChat, na qual interceptaram computadores de internautas que postam fotos de pornografia infantil na rede. Endereços e nomes de algumas dessas pessoas já foram até divulgados no site Pastebin.

O membro do grupo que fez o anúncio, enquanto usava a famosa máscara de Guy Fawkes, pediu a ajuda do público para pressionar a mídia e os governos para que sites de chat, usados por pedófilos para trocar imagens e material de pornografia infantil, sejam fechados.

Anteriormente, o Anonymous já declarou ter fechado, pelo menos, 40 desses sites que possuíam mais de 100 GB de arquivos que mostravam crianças sendo abusadas.

De acordo com o anúncio, o Anonymous reconhece que essa é uma missão séria, que levará tempo para ser cumprida. Facções do coletivo em todas as partes do mundo estariam participando de missões regionais. Confira os updates sobre a missão no twitter do grupo


Revista Galileu


Saiba se seu PC está contaminado com o DNSChanger e como se livrar dele

Saiba se seu PC está contaminado com o DNSChanger e como se livrar dele

Aline JesusPara o TechTudo

09/07/2012 11h15 - Atualizado em 09/07/2012 11h15

Sua Internet não conecta de jeito nenhum nesta segunda-feira (9)? Seu computador pode ser um dos seis mil no Brasil que estão infectados com o vírus DNS Changer. Por isso, o TechTudo preparou um pequeno guia para que você confira se o problema no seu PC tem mesmo alguma relação com configurações de DNS que possam ter sido alteradas pelo malware.
DNS Changer, veja como resolver esse problema
(Foto: Reprodução)

O DNS, ou Domain Name System, é quem permite que um usuário acesse páginas na Internet. A sua função é gerar endereços de IP para que os computadores se
conectem. No entanto, o DNS Changer modifica estes números. O DNS costuma ser disponibilizado pelo seu provedor, porém o vírus fazia uma modificação neste
número e redirecionava os acessos de milhões de computadores em todo o mundo para vender anúncios – assim, eles lucraram US$ 14 milhões (R$ 28 milhões).

Mas o FBI identificou os servidores responsáveis pela farsa e os desligou nesta segunda, causando assim a queda do serviço da Internet para as pessoas que ainda estão com o DNS Changer. Talvez tenha sido isso o que aconteceu com o seu computador. Será?

Como verificar se seu PC tem o vírus

O site DNS-Changer.Eu é a forma mais rápida e prática de fazer a verificação. Basta acessar a página e seguir passos bem rápidos. Desça a barra de rolagem e você vai perceber que a página já idebntificou seu IP, sistema operacional e navegador. Selecione caso a informação esteja correta e clique em start. O processo é bem rápido e dura menos do que um minuto.

Caso o seu computador não esteja com o vírus, uma mensagem em verde irá lhe informar que está tudo bem. Se o PC estiver infectado, a mensagem será vermelha e virá acompanhada de algumas possíveis soluções para o seu caso.

Como remover o vírus do seu PC

O DNS Changer é um trojan como outro qualquer. Por isso, pode ser eliminado de maneira simples, como por exemplo, com a varredura de um anti-vírus tradicional, como o Avira, Kaspersky, McAfee e até mesmo o Windows Defender. No entanto, talvez somente isso não baste. Afinal, remover o vírus pode acabar não recolocando as configurações de seu DNS de volta ao padrão.

Um passo a ser dado depois disso, portanto, é ligar para o seu provedor de Internet e obter um novo número de DNS ou então modificar o número por conta própria. Para reconfigurá-lo, acesse a sessão de Rede no Painel de Controle do Windows. Nas propriedades de sua conexão, basta procurar o “Protocolo de Internet versão 4″. Nesta janela, nas propriedades, clique na opção “obter um endereço de IP automaticamente”.

Caso isso não funcione, entre mesmo em contato com o provedor e obtenha os números de IP, máscara de sub-rede, gateway padrão e servidores de DNS. Insira os dados nos respecivos campos e, pronto, sua máquina está finalmente livre de qualquer rastro do DNS Changer.

Muitas máquinas que estão infectadas com um vírus sofrerão apagão na próxima segunda-feira, dia 09 de julho de 2012.

Muitas máquinas que estão infectadas com um vírus sofrerão apagão na próxima segunda-feira, dia 09 de julho de 2012.



O “DNS Changer” é um vírus que modifica as configurações de DNS (Domain Name Systema) dos computadores, e tanto faz se você tem um computador com o sistema operacional Windows ou Mac OS X. As páginas de resultados de pesquisas dos usuários são redirecionadas para sites infectados ou de origem maliciosa.


Ele também bloqueia o acesso a links que possam oferecer soluções para limpar a máquina dessa ameaça.


Limpe sua máquina gratuitamente enquanto é tempo.


Para verificar se o seu computador está infectado, acesse o site http://www.dns-ok.us e utilize o DNS Malware Changer Check-Up.


O site da empresa McAfee, proprietária de importante antivirus, também oferece a possibilidade de checar isto, acesse o site http://www.siteadvisor.com/dns_checker.html


Fonte: FBI

Um em cada cinco Macs está infectado por vírus do WindowsSegundo a empresa de segurança, falta do hábito de instalar softwares antivírus colabora para o aumento da difusão de malwares entre donos de computadores Apple.

Um em cada cinco Macs está infectado por vírus do WindowsSegundo a empresa de segurança, falta do hábito de instalar softwares antivírus colabora para o aumento da difusão de malwares entre donos de computadores Apple.

Por Paulo Guilherme em 25 de Abril de 2012

(Fonte da imagem: ThinkStock)

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Sophos, que analisou 100 mil computadores Mac, revelou que aproximadamente 20% dos sistemas operacionais OSX estão infectados com algum vírus projetado para o Windows.

Mas antes que você comece a escanear seu Mac para protegê-lo dos problemas, pode ficar calmo. O estudo também revelou que apenas 1 em cada 36 deles possuem algum malware que tenha chances de causar algum problema na plataforma da Maçã, devido às diferenças de arquitetura dos dois sistemas.

É claro que, embora essa notícia seja um alívio para muitos, é bom lembrar que o vírus ainda pode afetar seu sistema, caso você utilize uma máquina virtual que emule o Windows. Além disso, o arquivo malicioso pode ser acidentalmente transferido para outros computadores que utilizem o SO da Microsoft.

“Alguns usuários do Mac podem estar aliviados ao saber que eles têm chances sete vezes maiores de ter um vírus, spyware ou Trojan desenvolvido para o Windows do que malware específico para o Mac OS X, mas esse tipo de infecção está sendo encontrada com cada vez mais frequência”, alerta Graham Cluley, consultor de tecnologia sênior da Sophos. “Usuários do Mac precisam ficar atentos ao crescente problema com malwares”, complementa.
O Flashback continua

Entre os dados da pesquisa, a Sophos também descobriu que 2,7% dos computadores estavam infectados com vírus criados especificamente. Mas o fato mais assustador é que 75% dessas infecções foram causadas pelo Flashback, o famoso malware que está dando muita dor de cabeça para a Apple. Por isso, se você tem um Mac, é melhor começar a tomar mais cuidado.

(Fonte da imagem: Reprodução/Sophos)
“Criminosos virtuais veem o Mac como um alvo fácil, já que seus donos não têm o hábito de usar softwares antivírus e costumam ter uma renda média maior do que o usuário típico do Windows”, declarou Cluley. “Os usuários do Mac precisam proteger seus computadores agora, ou vão se arriscar a enfrentar um problema com malwares tão grande quanto aquele visto nos PCs”, afirma o especialista em segurança.



TecMundo

FBI deixará fora do ar 350 mil computadores infectados por malware

FBI deixará fora do ar 350 mil computadores infectados por malware


A medida pretende corrigir um programa malicioso que foi criado por uma quadrilha em novembro do ano passado.

Por Maurício M. Tadra em 23 de Abril de 2012
(Fonte da imagem: Reprodução/DigitalTrends)
A internet deixará de funcionar para mais de 350 mil pessoas desavisadas de que estão infectadas com o malware DNSChanger. A ação da polícia federal americana inclui um teste para que as pessoas verifiquem se estão com seus equipamentos infectados com resquícios de do vírus, que foi fruto de uma fraude cometida por um grupo de malfeitores da web — que conseguiu atingir mais de 4,2 milhões de computadores.
Em novembro do ano passado, o FBI realizou uma operação semelhante, chamada “Operation Ghost Click”, na qual seis estonianos foram presos por participar de uma quadrilha de crimes online. O malware usado pelo bando, o DNSChanger, conseguiu abocanhar mais de US$ 14 milhões (pouco mais de R$ 26 milhões, na cotação de hoje) em receita ilícita.
De acordo com o site Digital Trends, o malware em questão funciona da seguinte maneira: quando você clica em um link ou digita o endereço de um site no seu navegador, o computador envia a informação para um servidor DNS, que reenvia o pedido no formato de um endereço de IP correspondente, para que a página que você quer acessar possa ser encontrada.
O DNSChanger, por sua vez, capta os pedidos de IP que são feitos pelos navegadores e redireciona essas informações para um local próprio. Esse novo servidor transcreve a nova mensagem em endereços legítimos, porém, diferentes do que os usuários originais pretendiam entrar. Mais ou menos como tentar entrar no YouTube, e ser redirecionado para um site pornográfico.
(Fonte da imagem: Divulgação/DCWG)
Em um esforço de segurança, o governo dos EUA limpou praticamente todos os servidores piratas, com exceção dos 350 mil que serão desconectados no próximo dia 9 de julho. Só para garantir, você pode fazer o teste para verificar se você possui esse malware no site oficial do DCWG.

Tecmundo

Cibercrime: como agem as autoridades (8'45'') - Rádio Câmara

Reportagem Especial
Cibercrime: como agem as autoridades (8'45'')

  Arquivo de áudio MP3 estéreo
    
    

  

Resumo
Na segunda matéria da série especial sobre cibercrimes, a repórter Ginny Morais revela como as autoridades brasileiras estão caçando os bandidos virtuais. 
Sabe aquelas fotos de momentos de intimidade? A gente já viu isso dar muito problema no mundo das celebridades, não é mesmo?! Como aquele da atriz de Hollywood, Scarlett Johansson... Fotos da loira nua foram espalhadas para o mundo inteiro pela internet. E o detalhe: foi ela mesma que tirou as fotos com seu celular. Era só para o marido ver, mas um hacker invadiu o aparelho e aí já viu...

Esse tipo de perigo não ronda só gente famosa não. E as consequências vão muito além da fofoca. Que o diga a jornalista Rose Leonel, moradora de Maringá, no Paraná. Em 2006, ao terminar um namoro de três anos e meio, ela viu a vida virar um inferno:
"A pessoa com quem eu estive, o meu companheiro cometeu um crime de me expor na internet. Eram fotos que foram feitas na intimidade de nosso relacionamento. Colocava uma foto que tinha a minha imagem, colocava meu nome, endereço, telefone com o meu rosto e o restante ele pegava fotos de sites de pornografia. Ele começou a soltar disparos para cerca de 15 mil e-mails. Ele mandava para toda a imprensa, para meus chefes, para meus clientes, para todo mundo. Não contente com isso, ele começou a criar perfis meus em sites de pornografia na Holanda, na Rússia, em Portugal, na Alemanha, eu recebia telefonemas do país inteiro, convites horríveis, para fazer programa. Fez isso sistematicamente por três anos"

Isso trouxe consequências imediatas para Rose Leonel, que era colunista social na época:

"Eu fui queimada viva, eu fui assassinada, assassinato moral, assassinato psicológico. O meu filho foi embora do país, não suportou a pressão. Toda nossa família sofreu muito. Fui demitida e ninguém nunca mais quis me contratar. Eu sofri um processo de exclusão social, perdas emocionais, psicológicas, perdi amigos, dinheiro, perdi todas as coisas, menos a fé em Deus"

Para tentar impedir que os e-mails fossem espalhados, na época, Rose procurou a Justiça:

"Tinha uma dificuldade muito grande para se trabalhar com cibercrime em Maringá, por ser uma área nova do Direito. Perdi a causa e ele saiu mais revigorado, disparando mais e-mails. Foi quando peritos digitais se ofereceram para atuar no meu caso porque eu, desempregada, sem dinheiro... Daí nós entramos na Justiça novamente e houve busca e apreensão do material dele. Foi constatada a presença do material nas máquinas dele, os horários, o que ele fazia, a autoria do crime dele"

No caso da atriz Scarlett Johansson, em um mês o culpado pela divulgação das fotos da atriz pelada já estava preso e sendo acusado por 26 crimes com 50 vítimas, podendo ser condenado a mais de 120 anos de cadeia. Mas isso foi lá nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a jornalista Rose Leonel levou cinco anos para conseguir que a Justiça aceitasse a culpa do ex-namorado. E ele foi condenado. Criminalmente, a quase dois anos de detenção, que acabou virando trabalho comunitário mais multa de R$ 1200 por mês no período. Civilmente, a pagar indenização de R$ 30 mil para Rose. 

O caso de Rose Leonel mostra que, ao contrário do que muita gente pensa, os criminosos da internet podem, sim, ser condenados pela Justiça. A estimativa é que 95 em cada 100 crimes virtuais já possam ser enquadrados no Código Penal. Mas e aí, como pegar quem pratica um crime pela internet, que é anônimo? O primeiro passo é buscar pistas do bandido, como explica o ex-desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais Fernando Botello:

"Fazendo aqui uma grosseira analogia, o crime de homicídio é aquele crime com violência, que deixa sempre um vestígio ou no corpo da vítima ou no local praticado, seja um dado de sangue, de impressão digital etc. A mesma coisa ocorre com crime eletrônico. O crime eletrônico deixa vestígios, que é o dado da conexão: o dia, a hora e a rede usada"

Esse registro é chamado de log de conexão e é feito pelo provedor toda vez que uma pessoa acessa a internet, seja por computador, telefone - qualquer dispositivo. O registro também considera o chamado IP, que na prática é o número de identidade que o equipamento recebe sempre que entra na internet. O log de conexão é considerado fundamental pela polícia e justiça porque permite saber de onde partiu um cibercrime. Mas chegar até esse registro é uma das maiores dificuldades da investigação, segundo Leandro Bissoli, perito em crime digital: 

"Nós não temos a obrigação de provedores de serviço de conexão ou de aplicativos que armazenem essas informações, como já existe para as lan-houses. Muitos casos perdemos o andamento dele porque chega a um ponto onde a empresa diz que não tem mais a informação"

Mesmo sem a obrigação, os provedores guardam os registros de acesso à internet por um tempo. Só que para ter acesso a eles, a polícia precisa de autorização da Justiça. O problema, para o diretor da Divisão de Crimes de Alta Tecnologia da Polícia Civil de Brasília, Silvio Cerqueira, é a burocracia, que colabora para que haja impunidade: 

"Essa ordem judicial, para que a polícia tenha resposta, demanda pelo menos uns quatro meses. Recebi aqui uma vítima com advogado num caso de crime contra a honra, onde eles tinham recebido uma primeira resposta do Google de um caso começado em 2009. Foram dois anos para obter a primeira resposta"

Além da lentidão dos processos, falta estrutura para investigação dos cibercrimes. No âmbito federal, o Centro de Defesa Cibernética do Exército, que, mesmo sendo de segurança nacional, conta com apenas 25 militares e teve R$ 20 milhões de orçamento em 2011, enquanto o general que comanda a unidade, José Carlos dos Santos, afirma que são necessários R$ 400 milhões para equipar suficientemente o setor. Por outro lado, o Governo Federal em Brasília tem a Unidade de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, considerada a mais bem equipada do país, com 200 investigadores. Mas isso está longe de ser a realidade do resto do país. Para você ter uma ideia, nem metade das capitais dos estados tem unidade especializada. Um exemplo da insuficiência de recursos está no Paraná, como conta Demetrius Gonzaga, delegado titular do Núcleo de Combate aos Cibercrimes do estado:

"Para você ter uma ideia, tramitam aqui nesta unidade cerca de 10 mil casos para um delegado e uma equipe que não chega a 10 pessoas" 

Com a falta de estrutura no setor público, pipocam empresas particulares de investigação de cibercrimes. Nesse caso, a vítima paga caro para uma perícia independente, que, depois de pronta, é entregue para a Justiça confirmar se é verdadeira. Só que mesmo com alguns casos sendo solucionados mais rapidamente, o autor do Manual do Detetive Virtual, Wanderson Castilho, afirma que a impunidade na internet ainda é grande:

"Estimo que, hoje, a cada 100 vítimas, talvez duas ou três realmente tenham a justiça feita, isso porque elas tiveram recursos próprios que investiram para ter sua honra de volta. Estima-se que por ano aumenta-se de 7 a 10 milhões de novos usuários de internet no Brasil"

Os condenados por cibercrimes considerados de menor potencial, como difamação, acabam pegando penas alternativas, como pagamento de cestas básicas. Já para os cibercriminosos que causam grande dano à vítima, como pedófilos ou até assassinos, as penas podem chegar às mesmas que são dadas fora do mundo virtual, o que, na prática, podem fazer com que o criminoso fique até 30 anos preso. Mas não há notícia de que isso já tenha acontecido no Brasil. Já nos Estados Unidos, houve caso de hacker ser condenado a 40 anos de prisão.

De Brasília, Ginny Morais

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
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Rádio Câmara

Cibercrime: consequências da falta de legislação (8'29'') - Rádio Câmara

Reportagem Especial

 Cibercrime: consequências da falta de legislação (8'29'')

Resumo
    
    

    


Na terceira reportagem da série sobre cibercrimes, a jornalista Ginny Morais explica que, apesar de ser um problema mundial, as comunidades internacionais e o Brasil não possuem lei específica sobre o assunto.
TEC: POT-POURRI COM AS FRASES E TRILHA AO FUNDO

O sombra ameaçava a vítima pela internet. A mulher não acreditou e acabou assassinada. O sujeito comemorou pela rede virtual que matou. Nos Estados Unidos, uma mulher abriu uma conta falsa em uma rede social para desmoralizar uma garota de 13 anos. A menina se suicidou por isso. Site oferece surra em domicílio. Casos ultrapassam fronteiras: estelionatário virtual mora na China; perseguidor da vítima brasileira vive na Espanha.

Caçar e condenar criminosos da internet são desafios para as autoridades do mundo todo. E apesar de esse tipo de crime não ter fronteira, cada país age de um jeito, sem uma lei internacional de referência. A Organização das Nações Unidas trabalha para criar um tratado sobre crimes cibernéticos para ser adotado pelos mais de 190 países-membros. Mas enquanto não fica pronto, o mais parecido que se tem disso é a Convenção de Budapeste contra o Cibercrime, adotada em 32 países europeus e nos Estados Unidos. O Brasil não faz parte desse acordo e também não tem nenhuma lei nacional de crimes cibernéticos.

Uma nova lei sobre crimes virtuais no Brasil atuaria onde hoje não há regras, como exemplifica o chefe da Unidade de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, delegado Carlos Eduardo Sobral:

"O furto, o estelionato, a pornografia infantil, a violação de direito autoral, a interceptação clandestina de dados, uma série de outras condutas que já estavam tipificadas no Código Penal e agora são praticadas por computador. Essas condutas não precisam de novos tipos penais, o computador é só o meio da prática. Entretanto, novas ações foram construídas através de computadores. Então, a invasão de um domicílio: crime; se invadir o seu computador, que tem muito mais informação sobre a sua vida, sobre a sua privacidade, não é crime. Rasgar um documento na casa de alguém: crime; destruir um arquivo de computador: hoje não é crime. Então, essas novas condutas é que merecem a atenção do Legislativo para ser regulamentadas"

Para o detetive virtual Wanderson Castilho, até as leis já existentes precisariam ser adaptadas ao contexto da internet.

"Vamos voltar 20 anos atrás, eu começava a falar inverdades sobre determinada pessoa. Quantas pessoas que conseguia atingir? Cinco, 50 pessoas? E ainda eu teria que falar na frente de alguns amigos e seria retrucado, alguém diria, desculpe, mas você está mentindo. Agora na internet, eu crio um blog, mando e-mail para milhões de pessoas, com foto. Essa quantidade de pessoas com certeza não conhece a pessoa que eu estou falando e vai acreditar piamente. Qual o dano gerado por isso? São milhões de pessoas e ainda o que é colocado na internet não se tira mais. É preciso levar isso em consideração: meio onde hoje é colocada a difamação é um meio muito mais poderoso que antigamente, consequentemente, a lei também tem que ser pesada"

Há 20 anos o Congresso Nacional discute a criação de uma lei para os cibercrimes. E apesar desse tempo todo, o assunto ainda gera muitas polêmicas. A primeira é que parte dos parlamentares e especialistas defende que antes de dizer o que é errado, é preciso deixar claro para a população quais são seus direitos na rede mundial de computadores. Isso está praticamente resolvido com a chegada à Câmara dos Deputados do projeto de lei do Marco Civil da Internet. O problema é que o texto não diz nada sobre punições a criminosos virtuais. É aí que entram outras propostas que também já tramitam na Câmara. A mais conhecida e polêmica é a relatada pelo deputado Eduardo Azeredo, do PSDB mineiro, que é discutida há 12 anos. O ex-desembargador Fernando Botelho resume o que propõe o projeto:

"São 11 novos crimes que serão inseridos no Código Penal brasileiro e serão replicados dentro do Código Penal Militar. Foi criado o crime do estelionato eletrônico, que é o crime de difusão de vírus para obtenção de vantagem econômica ou não econômica nesse sentido; o acesso indevido a redes, que é o ataque cibernético com ou sem dano; a difusão indevida dos dados pessoais, que é uma coisa absurda no Brasil, quer dizer: todo mundo hoje está com seus dados disponíveis em sites, em CDs vendidos na praça da Sé em São Paulo"

A proposta do deputado Eduardo Azeredo também autoriza a Polícia Federal a investigar os cibercrimes. As penas máximas variam de seis meses no semiaberto até sete anos de prisão em regime fechado. Por exemplo, se uma pessoa espalhar um vírus de computador que cause danos a outras pessoas, a pena pode chegar a quatro anos de prisão mais multa. Na Justiça Militar, as condenações podem ser mais pesadas, permitindo-se chegar à pena de morte, no caso de o criminoso favorecer o inimigo.

Esse texto recebe muitas críticas de ser rigoroso, amplo e genérico demais. O deputado Eduardo Azeredo defende sua proposta dizendo que, mesmo que não seja a ideal, é preciso ter pelo menos uma legislação inicial, para não deixar a internet sem regras, como é hoje.

"Fazer um novo projeto, como alguns querem fazer, talvez por vaidade política, acho que é na verdade um atraso e um desserviço aos internautas brasileiros que precisam de uma internet segura e livre"

O fato é que, no final de 2011, surgiu uma proposta alternativa de lei sobre cibercrimes, apresentada pelos deputados Paulo Teixeira, Luiza Erundina, Manuela D´Àvila, João Arruda, Brizola Neto e Emiliano José. Ela é bem menor, altera só três pontos do Código Penal, estabelecendo penas que vão de três meses de semiaberto para quem espalhar vírus de computador, por exemplo, a no máximo cinco anos de prisão em regime fechado mais multa, para quem falsificar cartão de crédito. Não fala de Polícia Federal, nem de Justiça Militar. O petista Paulo Teixeira explica algumas diferenças entre as duas propostas:

"Nós entendemos que os crimes na internet têm que ser punidos, porém, é preciso resguardar a privacidade de todos os usuários da internet. Nós não podemos investigar crimes na internet quebrando o sigilo de todo mundo e deixando vulneráveis todos os usuários da internet. Igualmente nós não admitimos a hipótese de o provedor denunciar crimes, já que, para ele denunciar crimes, ele terá que bisbilhotar as comunicações dos internautas"

A grande questão é que profissionais da área apontam que os provedores de internet já "bisbilhotam" os usuários. Já sabem exatamente o que você faz na rede, que tipo de sites visita, que programas usa... E o pior, com base nesse monitoramento, diferenciam um internauta de outro quando há problema de tráfego na rede virtual. Isso é o que nos conta um engenheiro de telecomunicações que não quis se identificar, que trabalha para um provedor de porte nacional:

"A verdade é que ninguém vai confirmar que faz isso. A operadora tem que proteger a rede, né?! Como não existe legislação dizendo até que nível você pode ter o controle do usuário, fica largado, solto... Ela sabe quantos usuários estão utilizando o Messenger, quantos usuários estão utilizando o Skype, a qualquer momento. E quando congestiona, começam a atuar, descartando pacotes ou diminuindo a banda para aquele tipo de aplicação"

Enquanto não se define se vai ter uma lei ou não sobre cibercrimes, a internet continua uma terra sem lei - para o bem e para o mal. Se por um lado há uma difusão enorme de conteúdo, por outro, são registrados cerca de 1.200 ataques por dia no país, entre tentativas de invasão de computadores, propagação de vírus e fraudes. Mas esse número pode ser bem maior, já que nele estão só os casos notificados oficialmente para o CERT.BR, Grupo de Resposta a Incidentes de Segurança para a Internet brasileira.

De Brasília, Ginny Morais


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
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Cibercrime: como agem as autoridades (8'45'') - Reportagem Especial

Reportagem Especial
Cibercrime: como agem as autoridades (8'45'')
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Resumo
Na segunda matéria da série especial sobre cibercrimes, a repórter Ginny Morais revela como as autoridades brasileiras estão caçando os bandidos virtuais.
Sabe aquelas fotos de momentos de intimidade? A gente já viu isso dar muito problema no mundo das celebridades, não é mesmo?! Como aquele da atriz de Hollywood, Scarlett Johansson... Fotos da loira nua foram espalhadas para o mundo inteiro pela internet. E o detalhe: foi ela mesma que tirou as fotos com seu celular. Era só para o marido ver, mas um hacker invadiu o aparelho e aí já viu...

Esse tipo de perigo não ronda só gente famosa não. E as consequências vão muito além da fofoca. Que o diga a jornalista Rose Leonel, moradora de Maringá, no Paraná. Em 2006, ao terminar um namoro de três anos e meio, ela viu a vida virar um inferno:
"A pessoa com quem eu estive, o meu companheiro cometeu um crime de me expor na internet. Eram fotos que foram feitas na intimidade de nosso relacionamento. Colocava uma foto que tinha a minha imagem, colocava meu nome, endereço, telefone com o meu rosto e o restante ele pegava fotos de sites de pornografia. Ele começou a soltar disparos para cerca de 15 mil e-mails. Ele mandava para toda a imprensa, para meus chefes, para meus clientes, para todo mundo. Não contente com isso, ele começou a criar perfis meus em sites de pornografia na Holanda, na Rússia, em Portugal, na Alemanha, eu recebia telefonemas do país inteiro, convites horríveis, para fazer programa. Fez isso sistematicamente por três anos"

Isso trouxe consequências imediatas para Rose Leonel, que era colunista social na época:

"Eu fui queimada viva, eu fui assassinada, assassinato moral, assassinato psicológico. O meu filho foi embora do país, não suportou a pressão. Toda nossa família sofreu muito. Fui demitida e ninguém nunca mais quis me contratar. Eu sofri um processo de exclusão social, perdas emocionais, psicológicas, perdi amigos, dinheiro, perdi todas as coisas, menos a fé em Deus"

Para tentar impedir que os e-mails fossem espalhados, na época, Rose procurou a Justiça:

"Tinha uma dificuldade muito grande para se trabalhar com cibercrime em Maringá, por ser uma área nova do Direito. Perdi a causa e ele saiu mais revigorado, disparando mais e-mails. Foi quando peritos digitais se ofereceram para atuar no meu caso porque eu, desempregada, sem dinheiro... Daí nós entramos na Justiça novamente e houve busca e apreensão do material dele. Foi constatada a presença do material nas máquinas dele, os horários, o que ele fazia, a autoria do crime dele"

No caso da atriz Scarlett Johansson, em um mês o culpado pela divulgação das fotos da atriz pelada já estava preso e sendo acusado por 26 crimes com 50 vítimas, podendo ser condenado a mais de 120 anos de cadeia. Mas isso foi lá nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, a jornalista Rose Leonel levou cinco anos para conseguir que a Justiça aceitasse a culpa do ex-namorado. E ele foi condenado. Criminalmente, a quase dois anos de detenção, que acabou virando trabalho comunitário mais multa de R$ 1200 por mês no período. Civilmente, a pagar indenização de R$ 30 mil para Rose.

O caso de Rose Leonel mostra que, ao contrário do que muita gente pensa, os criminosos da internet podem, sim, ser condenados pela Justiça. A estimativa é que 95 em cada 100 crimes virtuais já possam ser enquadrados no Código Penal. Mas e aí, como pegar quem pratica um crime pela internet, que é anônimo? O primeiro passo é buscar pistas do bandido, como explica o ex-desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais Fernando Botello:

"Fazendo aqui uma grosseira analogia, o crime de homicídio é aquele crime com violência, que deixa sempre um vestígio ou no corpo da vítima ou no local praticado, seja um dado de sangue, de impressão digital etc. A mesma coisa ocorre com crime eletrônico. O crime eletrônico deixa vestígios, que é o dado da conexão: o dia, a hora e a rede usada"

Esse registro é chamado de log de conexão e é feito pelo provedor toda vez que uma pessoa acessa a internet, seja por computador, telefone - qualquer dispositivo. O registro também considera o chamado IP, que na prática é o número de identidade que o equipamento recebe sempre que entra na internet. O log de conexão é considerado fundamental pela polícia e justiça porque permite saber de onde partiu um cibercrime. Mas chegar até esse registro é uma das maiores dificuldades da investigação, segundo Leandro Bissoli, perito em crime digital:

"Nós não temos a obrigação de provedores de serviço de conexão ou de aplicativos que armazenem essas informações, como já existe para as lan-houses. Muitos casos perdemos o andamento dele porque chega a um ponto onde a empresa diz que não tem mais a informação"

Mesmo sem a obrigação, os provedores guardam os registros de acesso à internet por um tempo. Só que para ter acesso a eles, a polícia precisa de autorização da Justiça. O problema, para o diretor da Divisão de Crimes de Alta Tecnologia da Polícia Civil de Brasília, Silvio Cerqueira, é a burocracia, que colabora para que haja impunidade:

"Essa ordem judicial, para que a polícia tenha resposta, demanda pelo menos uns quatro meses. Recebi aqui uma vítima com advogado num caso de crime contra a honra, onde eles tinham recebido uma primeira resposta do Google de um caso começado em 2009. Foram dois anos para obter a primeira resposta"

Além da lentidão dos processos, falta estrutura para investigação dos cibercrimes. No âmbito federal, o Centro de Defesa Cibernética do Exército, que, mesmo sendo de segurança nacional, conta com apenas 25 militares e teve R$ 20 milhões de orçamento em 2011, enquanto o general que comanda a unidade, José Carlos dos Santos, afirma que são necessários R$ 400 milhões para equipar suficientemente o setor. Por outro lado, o Governo Federal em Brasília tem a Unidade de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, considerada a mais bem equipada do país, com 200 investigadores. Mas isso está longe de ser a realidade do resto do país. Para você ter uma ideia, nem metade das capitais dos estados tem unidade especializada. Um exemplo da insuficiência de recursos está no Paraná, como conta Demetrius Gonzaga, delegado titular do Núcleo de Combate aos Cibercrimes do estado:

"Para você ter uma ideia, tramitam aqui nesta unidade cerca de 10 mil casos para um delegado e uma equipe que não chega a 10 pessoas"

Com a falta de estrutura no setor público, pipocam empresas particulares de investigação de cibercrimes. Nesse caso, a vítima paga caro para uma perícia independente, que, depois de pronta, é entregue para a Justiça confirmar se é verdadeira. Só que mesmo com alguns casos sendo solucionados mais rapidamente, o autor do Manual do Detetive Virtual, Wanderson Castilho, afirma que a impunidade na internet ainda é grande:

"Estimo que, hoje, a cada 100 vítimas, talvez duas ou três realmente tenham a justiça feita, isso porque elas tiveram recursos próprios que investiram para ter sua honra de volta. Estima-se que por ano aumenta-se de 7 a 10 milhões de novos usuários de internet no Brasil"

Os condenados por cibercrimes considerados de menor potencial, como difamação, acabam pegando penas alternativas, como pagamento de cestas básicas. Já para os cibercriminosos que causam grande dano à vítima, como pedófilos ou até assassinos, as penas podem chegar às mesmas que são dadas fora do mundo virtual, o que, na prática, podem fazer com que o criminoso fique até 30 anos preso. Mas não há notícia de que isso já tenha acontecido no Brasil. Já nos Estados Unidos, houve caso de hacker ser condenado a 40 anos de prisão.

De Brasília, Ginny Morais

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
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Rádio Câmara

Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques Cibern.

Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques cibernéticos


 
O Exército brasileiro anunciou a compra de novos softwares para segurança e prevenção contra ataques cibernéticos.
As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque de possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis, como explica à BBC Brasil o general Antonino Santos Guerra, diretor do Ccomgex (Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército).
- Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne os quartéis em todo o país, e ela está bem blindada, mas há pontos de vulnerabilidade.
Em janeiro, as Forças Armadas concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e de um programa que simula ataques cibernéticos, no valor total de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras.
Na última sexta-feira (3), o grupo de hackers Anonymous Brasil atacou o site do Banco Central e as páginas dos bancos BMG, Citibank e PanAmericano, que ficaram temporariamente instáveis.
O grupo também assumiu a autoria de ataques aos sites dos bancos ItaúBradescoBanco do Brasil e HSBC, que aconteceram durante a semana.
Também na última sexta-feira, o FBI anunciou que está investigando como ativistas ligados ao grupo Anonymous conseguiram interceptar uma conferência telefônica entre agentes americanos e a britânica Scotland Yard, em que discutiam ações legais contra os hackers.
Outros ataques em sites institucionais americanos e gregos foram registrados.
Defesa cibernética
Guerra diz que sites do governo já foram derrubados.
- Os ataques que registramos até agora são parecidos com os que acontecem em qualquer empresa. Tentativas de roubos de senhas, negações de serviço, etc. Mas o modo como se obtém uma senha de banco é o mesmo que se pode usar para obter dados confidenciais do Exército. E já tivemos sites do governo derrubados.
Segundo o general, o simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em pelo menos 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.
A Ccomgex, que coordena a compra do antivírus e do simulador de ataques cibernéticos faz parte do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), criado em 2010 para concentrar a administração de todas as ações de proteção virtual da organização.
O programa adquirido por R$ 5,1 milhões será desenvolvido pela empresa carioca Decatron e atualizado de acordo com as necessidades da organização, o que deve facilitar a manutenção do sistema de segurança, de acordo com o general.
O antivírus, no valor de R$ 800 mil, também está em fase de desenvolvimento e deverá ser entregue pela empresa BluePex, de Campinas (SP), dentro de 12 meses.
O diretor do Ccomgex diz que a preferência por empresas nacionais para o programa de proteção do Exército deve estimular a competição e o avanço das empresas de tecnologia e sistemas de segurança no Brasil.
Por isso, as empresas que venceram as licitações terão prazos maiores para realizar mudanças customizadas nos programas, de acordo com as necessidades das Forças Armadas.
O orçamento previsto para o CDCiber em 2012 é de R$ 83 milhões, que devem ser destinados a pelo menos outras quatro aquisições que incluem equipamentos, softwares e o treinamento de pelo menos 500 oficiais.
- Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria.

R7

FBI alerta: “Vídeo de Bin Laden morto” traz vírus de PC

FBI alerta: “Vídeo de Bin Laden morto” traz vírus de PC

04/05/2011 11:47 2 COMENTÁRIOS
O FBI (Federal Bureau of Investigation), agência norte-americana de investigação, divulgou um alerta para os usuários de computadores sobre o uso de mensagens que prometem fotos e vídeos do terrorista Osama Bin Laden morto para disseminar um programa espião. A praga virtual pode roubar dados como números de cartão de crédito e senhas.
O comunicado confirma o alerta feito por empresas de segurança nesta terça (3/5), que já encontraram amostras de programas nocivos que usam a imagem de Bin Laden. A F-Secure, por exemplo, afirma que os criminosos estão utilizando um programa conhecido como Banload (cavalo de Troia para roubo de senhas bancárias) em seus ataques. Ele é disseminado via e-mail, sites ou redes sociais, como o Facebook.
Outra técnica utilizada pelos crackers (criminosos da Internet) é o chamado envenenamento de mecanismo de busca. A estratégia consiste em utilizar ferramentas como o Google para direcionar os internautas para páginas adulteradas e cheias de programas nocivos.
Apesar de terem fotos do líder da Al Qaeda, que foi morto a tiros na segunda (2/5) durante um ataque no Paquistão, as autoridades norte-americanas não têm divulgado essas imagens.

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