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Dual boot ou máquina virtual: Qual é o melhor?Dúvidas sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para as suas necessidades? Confira este guia do Tecmundo e descubra.

Dual boot ou máquina virtual: Qual é o melhor?Dúvidas sobre qual dos dois métodos é o mais adequado para as suas necessidades? Confira este guia do Tecmundo e descubra.


Por Jonathan D. Machado em 25 de Abril de 2012


Manter mais de um sistema operacional funcionando na mesma máquina tem sido um “truque” bastante útil para muitas pessoas. Mesmo assim, muitos ainda ficam em dúvida sobre em que situação se deve usar o Dual boot ou quando é melhor utilizar uma máquina virtual.

(Fonte da imagem: Reprodução/NovaDevelopment)

Consciente de que esta dúvida ainda paira sobre a mente de muitos dos nossos leitores, o Tecmundo elaborou este pequeno guia que pode ajudar você a entender melhor a ideia proposta pelos dois métodos, bem como a melhor situação para se usar cada um deles. Confira!
Primeiramente: para que serve isso?

Manter dois sistemas operacionais no mesmo computador é útil para situações em que você deseja acessar recursos exclusivos de um SO, mas sem precisar ter mais de um computador. O cenário de uso mais típico são as situações em que usuários de um computador Apple precisam executar programas que só rodam no Windows ou vice-versa.
Máquina virtual

A virtualização de um sistema operacional é especialmente útil para a situação descrita acima, já que ela permite que um SO seja executado “dentro” de outro. Assim, você poderia acessar o seu Windows no seu Mac como se ele fosse apenas mais uma janela na sua área de trabalho.

Existem vários programas que são capazes de fazer isso, sendo que o VMware e oParallels são os mais utilizados. A desvantagem deste método é que os recursos de hardware da máquina são divididos entre os dois (ou mais) sistemas operacionais sendo executados, fazendo com que o desempenho fique bastante prejudicado.

Windows rodando virtualmente em um Mac via Parellels (Fonte da imagem: Reprodução/NovaDevelopment)

Além disso, o sistema operacional sendo virtualizado não tem acesso direto ao hardware, fato que fica evidenciado pela falta de performance ao rodar aplicativos mais pesados, como jogos ou ferramentas gráficas. Mesmo assim, a máquina virtual ainda é perfeitamente praticável caso você esteja acessando apenas programas mais simples, como editores de texto.
Dual boot

Já este segundo método funciona de uma maneira bem diferente. Nele, os dois sistemas operacionais são instalados de forma independente, e não “um dentro do outro” — como acontece na virtualização. Muitos até preferem colocar os dois SOs em partições diferentes do disco rígido justamente para distanciar os arquivos das duas máquinas.

Assistente de dual boot do Boot Camp (Fonte da imagem: Reprodução/Hardan Soft Gaming)

A escolha sobre qual dos dois sistemas operacionais que deve ser usado precisa ser feita ainda quando o PC está sendo inicializado, procedimento chamado de “Boot”. Assim, depois que o computador é iniciado, você vai poder acessar somente os documentos utilizados nos outros sistemas, sem a conveniência de poder executar os programas.

A vantagem deste método é que a máquina que foi inicializada tem total acesso aos recursos de hardware, sem precisar dividi-los com outro SO e sem perder em nada no desempenho. Como nada é perfeito, você não vai poder executar programas do Windows enquanto está trabalhando dentro do Linux, por exemplo.

Seleção de sistema operacional no GRUB (Fonte da imagem: Reprodução/Thunder Sparks)

Falando em Linux, as últimas versões das distribuições mais utilizadas, como o Ubuntu, oferecem a opção para instalar o sistema operacional dentro do Windows, com se fosse apenas mais um programa. Esta opção também instala a ferramenta GRUB automaticamente, e você já pode começar a usar o dual boot assim que a máquina reiniciar pela primeira vez.
E qual é melhor?

Na verdade, não é possível dizer qual dos dois métodos é melhor ou pior, apenas a situação mais adequada em que se deva usar um ou outro. Se a exigência for extrair o máximo de desempenho da máquina, não importando o sistema operacional usado, então a opção do dual boot é a que melhor se encaixa.

Agora, se existe a necessidade maior de se acessar recursos de vários sistemas operacionais ao mesmo tempo, então a virtualização dos sistemas operacionais pode vir melhor a calhar. Lembrando que é importante que você salve todos os seus dados antes de tentar utilizar este recurso, já que se trata de uma operação delicada e que nem sempre ocorre como o esperado.


TecMundo

3 motivos pelos quais você deve sempre limpar o seu teclado

3 motivos pelos quais você deve sempre limpar o seu teclado

Confira algumas razões que podem fazer com que você veja a relação teclado/sujeira com outros olhos.

Por Ráisa Guerra em 23 de Abril de 2012 


Ficar muito tempo no computador já é algo comum para várias pessoas. Consequentemente, algumas ações rotineiras — como comer e beber — também se tornaram corriqueiras na frente do monitor e, especialmente, em cima do teclado.

Mãos sujas, alimentos, espirros, tosses e poeira. Tudo isso — somado aos pequenos e úmidos espaços entre as teclas — pode ter resultados mais desastrosos do que se imagina. Não é de hoje que cientistas alertam para os riscos dos germes nos teclados e, com o passar do tempo, mais pesquisas tornam evidentes os malefícios de um teclado sujo.

Acompanhando esse quadro, o Tecmundo listou alguns bons motivos para você criar o hábito de limpeza com as teclas, tornando o seu relacionamento com o teclado muito mais saudável. Confira:
1 - O teclado pode agregar mais bactérias que um vaso sanitário

Se você já ouviu que um teclado sujo poderia causar doenças, mas nem levava isso tão a sério, uma descoberta no Reino Unido poderá fazer com que você reveja seus conceitos: segundo um estudo, as teclas podem chegar a ter mais sujeira — e, consequentemente, mais germes — que um vaso sanitário.

(Fonte da imagem: Reprodução/Guzer)

O grupo de biólogos ingleses responsáveis por esta pesquisa avaliaram 33 teclados e os hábitos de higiene dos respectivos usuários. O resultado apontou que, entre os 33, 4 apresentavam riscos elevados à saúde humana — podendo causar, por exemplo, intoxicação alimentar. 

Mais foi um quinto teclado o que mais chamou a atenção para os perigos da sujeira entre as teclas: ele estava tão imundo que um microbiologista ordenou sua remoção imediata da mesa do computador, deixando-o na quarentena para passar por uma boa limpeza.

Todas essas atitudes foram tomadas pelo fato do teclado ter ultrapassado mais de 150 vezes o limite de bactérias recomendado, deixando-o cinco vezes mais sujo que um vaso sanitário — também testado na ocasião.
2 - Seu teclado pode atrair bichos pouco desejados

As migalhas de alimentos que caem entre as teclas são um bom aperitivo para animais que, comumente, não são “queridos” pelos humanos. É o caso das baratas e ratos, que além de serem classificados pela maioria como bichos asquerosos, ainda podem transmitir bactérias e enfermidades.


Recentemente, segundo publicado pelo Daily Mail, a Royal Society of Chemistry, em Londres, mostrou evidências do que todos já suspeitavam por lá: ratos estão visitando os teclados dos escritórios londrinos à noite, em busca de uma boa refeição. 

Com isso, eles também deixam excrementos como “lembranças” aos donos dos computadores. Em Londres, essa situação é um problema crescente e, por isso, a Royal Society of Chemistry está lançando um concurso pela busca do teclado mais sujo da Grã-Bretanha. 

O objetivo é publicar as imagens no site do instituto e chamar a atenção para a higiene do computador, com o foco de melhorar a área da saúde na sociedade.
3 - Um teclado sujo pode não funcionar corretamente

Ao clicar em uma tecla, ela fica presa para baixo e se recusa a subir? Ela trava e fica repetindo incontáveis vezes a mesma ação, mesmo que você tenha a apertado apenas uma vez? Ou, em certos casos, é justamente necessário pressioná-la com muita força para que ela entenda o comando?

(Fonte da imagem: Reprodução/M-sign)

Se essas situações são comuns para você, a boa notícia é que há uma grande probabilidade de que não seja necessário comprar outro teclado: ele pode estar apenas sujo. A poeira e outros tipos de sujeira, quando muito acumulados, causam o mau funcionamento das teclas e, consequentemente, a irritação do dono do computador pelos comandos não estarem funcionando corretamente.

Uma boa atitude para evitar o teclado sujo está quanto a não beber na frente do computador: aparelhos eletrônicos e líquidos não se misturam. E, caso você derrube o café entre as teclas e elas continuem a funcionar, uma boa dica é realizar a limpeza imediata para evitar possíveis falhas nos comandos.
Salve-se dos germes!

Como é possível notar, existem boas razões para se preocupar com as consequências da junção “teclados+germes”. Na área científica, a preocupação é tão grande que, nos Estados Unidos, um teclado autolimpante será produzido especialmente para ser empregado em hospitais. 

(Fonte da imagem: Reprodução/ScottHernandez )

Mas você não precisa esperar o lançamento de um teclado assim no Brasil ou gastar muito dinheiro para combater as bactérias. Com simples ferramentas de limpeza você pode deixar suas teclas asseadas e “saudáveis”. 

Quer saber como? O Tecmundo já produziu algumas dicas para te ajudar nesta empreitada contra os germes. Confira abaixo dois tutoriais para limpar computadores e notebooks, e mãos à obra!



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