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Deputados norte-americanos aprovam polêmico projeto CispaLei

Deputados norte-americanos aprovam polêmico projeto CispaLei que permite compartilhamento de informação de usuários considerados suspeitos pode ferir privacidade e depende de aprovação do Senado


27 de Abril de 2012 | 11:56h

Reprodução

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou na quinta-feira (27/04) o polêmico projeto conhecido como Cispa - o Cyber Intelligence Sharing and Protection Act, de acordo com o Washington Post.

O projeto visa proteger empresas privadas de ciberataques mas, de acordo com os críticos, pode colocar em risco as liberdades civis. A Casa Branca ameaçou vetar a lei, mas os deputados aprovaram o texto da mesma forma.

A lei permite troca de dados "sem estabelecer requisitos para que indústria e governo minimizem e protejam informação que indentifique pessoas". Para os críticos, isso significa que informações pessoais de usuários podem ser passadas para empresas sem a necessidade de mandado judicial em caso de "ameaça virtual", o que fere a privacidade.

Assim, todos os usuários de internet dos Estados Unidos seriam vigiados por agências de segurança governamentais e até por empresas privadas e qualquer ação considerada suspeita faria suas informações serem compartilhadas entre órgãos governamentais. Os apoiadores do projeto afirmam que ele visa impedir ataques cibernéticos, especialmente os que vêm de fora dos EUA e que podem ter ajuda de usuários dentro do país.

Agora, o projeto vai ser votado pelos senadores dos Estados Unidos. O Senado tem maioria democrata, enquanto a Câmara é comandada pelos republicanos. A pressão da Casa Branca para o veto da lei pode influenciar a votação dos senadores.


Olhar Digital


Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques Cibern.

Exército brasileiro prepara sistema de prevenção contra ataques cibernéticos


 
O Exército brasileiro anunciou a compra de novos softwares para segurança e prevenção contra ataques cibernéticos.
As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque de possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis, como explica à BBC Brasil o general Antonino Santos Guerra, diretor do Ccomgex (Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército).
- Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne os quartéis em todo o país, e ela está bem blindada, mas há pontos de vulnerabilidade.
Em janeiro, as Forças Armadas concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e de um programa que simula ataques cibernéticos, no valor total de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras.
Na última sexta-feira (3), o grupo de hackers Anonymous Brasil atacou o site do Banco Central e as páginas dos bancos BMG, Citibank e PanAmericano, que ficaram temporariamente instáveis.
O grupo também assumiu a autoria de ataques aos sites dos bancos ItaúBradescoBanco do Brasil e HSBC, que aconteceram durante a semana.
Também na última sexta-feira, o FBI anunciou que está investigando como ativistas ligados ao grupo Anonymous conseguiram interceptar uma conferência telefônica entre agentes americanos e a britânica Scotland Yard, em que discutiam ações legais contra os hackers.
Outros ataques em sites institucionais americanos e gregos foram registrados.
Defesa cibernética
Guerra diz que sites do governo já foram derrubados.
- Os ataques que registramos até agora são parecidos com os que acontecem em qualquer empresa. Tentativas de roubos de senhas, negações de serviço, etc. Mas o modo como se obtém uma senha de banco é o mesmo que se pode usar para obter dados confidenciais do Exército. E já tivemos sites do governo derrubados.
Segundo o general, o simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em pelo menos 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.
A Ccomgex, que coordena a compra do antivírus e do simulador de ataques cibernéticos faz parte do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), criado em 2010 para concentrar a administração de todas as ações de proteção virtual da organização.
O programa adquirido por R$ 5,1 milhões será desenvolvido pela empresa carioca Decatron e atualizado de acordo com as necessidades da organização, o que deve facilitar a manutenção do sistema de segurança, de acordo com o general.
O antivírus, no valor de R$ 800 mil, também está em fase de desenvolvimento e deverá ser entregue pela empresa BluePex, de Campinas (SP), dentro de 12 meses.
O diretor do Ccomgex diz que a preferência por empresas nacionais para o programa de proteção do Exército deve estimular a competição e o avanço das empresas de tecnologia e sistemas de segurança no Brasil.
Por isso, as empresas que venceram as licitações terão prazos maiores para realizar mudanças customizadas nos programas, de acordo com as necessidades das Forças Armadas.
O orçamento previsto para o CDCiber em 2012 é de R$ 83 milhões, que devem ser destinados a pelo menos outras quatro aquisições que incluem equipamentos, softwares e o treinamento de pelo menos 500 oficiais.
- Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria.

R7

Hacker invade e-mail particular de Kassab



Hacker invade e-mail particular de Kassab 

Um hacker invadiu ontem de manhã a conta pessoal de e-mail do prefeito Gilberto Kassab e disparou mensagens para jornalistas com críticas à administração municipal.

O texto mandado pelo gil bertokassab@terra.com.br critica o uso de dinheiro público na construção do futuro estádio do Corinthians, que deverá sediar o jogo de abertura da Copa de 2014, o que classificou como "descaso com a saúde", "ruas em péssimo estado" e informou se tratar de uma forma de protesto "em nome da população de São Paulo".

Em nota, o prefeito afirmou ter ficado "indignado". "É lamentável que algumas pessoas se utilizem de ações criminosas como essa para se manifestar anonimamente", diz o texto. Kassab afirma respeitar todas as manifestações feitas de maneira democrática e que está "sempre pronto ao diálogo", porém, recrimina "veementemente ações que menosprezem os direitos dos cidadãos". A nota finaliza dizendo que "serão tomadas todas as medidas possíveis para identificar o autor desse ataque e responsabilizá-lo de acordo com as leis do país".

Até o fechamento desta edição não se sabia se de fato a conta fora invadida ou se a pessoa usou o endereço de e-mail para disparar as mensagens, o que é tecnicamente possível.

Banker sim; hacker, não

O autor da invasão assina com o pseudônimo de Japonês Raul. Em sua conta no microblog Twitter, @Ja pon3sR4uL, ele informa em uma das mensagens não ser um hacker, mas sim um banker, por "tomar seu dinheiro sem pôr a mão em seu bolso". Classificando-se como "irrastreável por equipes de segurança em tecnologia de informação, ele se gaba por ter invadido a conta de Twitter do ex-governador José Serra (PSDB), em julho.

Ao invadir a conta do ex-governador, ele postou mensagem pedindo às pessoas que seguiam Serra que o acompanhassem também. Além disso, divulgou a senha usada por Serra à época.

O intuito ao invadir a conta de Kassab, segundo postou ontem no Twitter, era resgatar "as listas de e-mails 'lógico', fazer backup, e tchau", segundo escreveu.

Para comprovar o que fez, ele postou uma imagem com a lista das mensagens recebidas pelo prefeito. 

 
Prefeito Gilberto Kassab classificou o ato como lamentável 

Bruno Poletti/Folhapress


(da redação)

Brasil está entre os mais sujeitos à ataques virtuais

Brasil está entre os mais sujeitos à ataques virtuais



DIVULGAÇÃO
Estudo realizado por centro de pesquisa Belga e McAfee aponta fragilidades em 23 países
O Brasil foi apontado como um dos países menos preparados para ataques cibernéticos em um ranking de 23 nações presente em um recém divulgado estudo produzido pelo centro de pesquisas belga Security Defense Agenda (SDA) e pela empresa de antivírus McAfee. Dos países analisados pelo estudo, nenhum obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra ataques virtuais.
O Brasil teve nota 2,5, ao lado de Índia e Romênia, ficando à frente apenas do México. Os mais bem-colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5. “A infraestrutura e tecnologia (de segurança cibernética) na América Latina e Caribe tende a estar desatualizada, e esse ainda é o caso no Brasil”, diz o capítulo sobre o país.
“Até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial.”

Exemplos de ataques estão ocorrendo nesta semana, quando hackers brasileiros estão alvejando sites de bancos. Na segunda-feira, o site do Itaú ficou indisponível por alguns momentos; ontem, o mesmo está acontecendo com o site do Bradesco.

O estudo Cyber Defense Report foi feito a partir de entrevistas com mais de 300 analistas e autoridades em segurança cibernética de governos, empresas, organizações internacionais e da academia, segundo a SDA. Uma de suas conclusões é de que os hackers estão, em geral, em situação de vantagem, “atacando sistemas com fins de espionagem industrial e política ou para praticar roubos”.
Países como China, Itália e Rússia tampouco receberam boas notas no ranking - 3, de um máximo de 5. Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha e França ficaram com nota 4. As notas levam em conta a adoção de medidas básicas - como firewalls (dispositivos que protegem contra hackers) adequados e proteção antivírus - e outras mais sofisticadas, como educação e grau de informação do governo.

Blog Consciência Política

Bradesco vira alvo em novo ataque a bancos

Bradesco vira alvo em novo ataque a bancos
Site é o 2º a ficar fora do ar por ação de hackers nesta semana; grupo ameaça outras instituições


Hackers (piratas informáticos) brasileiros do grupo Anonymous voltaram a atacar sites de bancos brasileiros na manhã de ontem. 


Desta vez, o alvo foi o site do Bradesco que, segundo o twitter dos invasores, ficou por cerca de duas horas fora do ar. "Alvo atingido! O site do Bradesco está à deriva! BradescOff", comemoraram os hackers no Twitter. 

Por meio de nota, o Bradesco disse que o site do banco apresentou momentos de intermitência com volume de acessos acima da média, mas não chegou a ficar fora do ar. 

Na segunda-feira , o grupo realizou uma ação semelhante contra o banco Itaú e prometeu deixar, durante esta semana, um site bancário por dia fora do ar. A iniciativa foi batizada de #OpWeeksPayment (algo como Operação Semana de Pagamento), em alusão à semana em que as empresas fazem os pagamentos de salários e, por isso, os serviços online dos bancos têm mais acessos. 

A motivação dos ataques do Anonymous é sempre sociopolítica-agora, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção e a desigualdade social que aumentam no país. 

Para tirar sites do ar, os hackers costumam usar a técnica conhecida como DDos, que consiste em grande quantidade de máquinas acessando o site ao mesmo tempo, para sobrecarregar o portal. Segundo especialistas, um ataque deste tipo não permite acesso aos dados guardados do servidor, como senhas ou saldo das contas. 

Brasil é um dos mais vulneráveis a hackers

O Brasil é um dos menos preparados para ataques cibernéticos em um ranking de 23 nações, segundo estudo do centro de pesquisas belga Security Defense Agenda (SDA) e da empresa de antivírus McAfee. 

Dos países analisados, nenhum obteve a nota máxima (5) de total prontidão contra ataques virtuais. O Brasil teve nota 2,5, ao lado de Índia e Romênia, à frente apenas do México. Os melhores colocados no ranking são Israel, Finlândia e Suécia, com nota 4,5. 

"Até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial", diz o relatório do estudo. 

No Brasil, o grupo atacou portais do governo e de partidos políticos
reprodução
(Da redação)


Destak Jornal

Anonymous ataca bancos brasileiros; Itaú sai do ar

Anonymous ataca bancos brasileiros; Itaú sai do ar
 Grupo protesta contra corrupção e desigualdade no país; ação se dará ao longo desta semana
Hackers (piratas da informática) brasileiros do grupo Anonymous (Anônimos) divulgaram ontem o inicio de uma ação para tirar do ar sites de instituições bancárias no Brasil.
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O anúncio aconteceu por meio da conta do Anonymous no Twitter (leia mais abaixo sobre o grupo).

Batizada de #OpWeeksPayment (algo como Operação Semana de Pagamento), a ação será feita ao longo da semana e tem o intuito de deixar, a cada dia, um serviço de internet banking fora do ar por ao menos 12 horas.

Segundo o Anonymous, a semana foi escolhida por ser aquela em que a maioria das empresas fazem o pagamento de salários aos seus funcionários, e, por isso, os serviços online dos bancos têm mais acessos.

A motivação dos ataques do Anonymous é sempre sociopolítica-dessa vez, o alerta, segundo eles, é contra a corrupção e a desigualdade social que aumentam no país.

Primeiro alvo: Itaú

O primeiro banco a ser atacado foi o Itaú, que segundo a Folha.com, ficou fora do ar das 10h05 às 10h11. Apesar de ter voltado a funcionar, o site enfrentou lentidão durante boa parte do dia. A assessoria de imprensa do banco confirmou o problema, mas não divulgou o motivo.

Os hackers utilizam técnicas que consistem em uma grande quantidade de máquinas acessando o site ao mesmo tempo, para sobrecarregar o servidor, e deixá-lo lento ou fora do ar.

A Febraban (federação dos bancos) criticou a ação e defendeu a aprovação de lei específica que criminalize ataques e fraudes eletrônicas.

Entenda quem são os 'libertários da web'



Máscaras do protagonista da HQ 'V de Vingança': símbolo do grupo

reprodução
(da redação)


Destak Jornal

Hackers invadem sites brasileiros em protesto

INTERNET

Hackers invadem sites brasileiros em protesto


22/01/2012 09:18 - AGÊNCIA ESTADO 
 
SÃO PAULO - Os protestos contra o fechamento do site de compartilhamento de arquivos Megaupload.com chegaram ao Brasil. Portais do governo do Distrito Federal - com domínio df.gov.br - e da cantora Paula Fernandes (www.paulafernandes.com.br) foram hackeados pelo grupo Anonymous na madrugada de ontem.
Enquanto permaneceu fora do ar, a página da cantora exibia a mensagem em inglês "If Megaupload is down.... You Are Down Too!!!" (Se o Megaupload caiu... Você também caiu) com a máscara do filme V de Vingança, tradicional marca do grupo. O acesso à página online da cantora só foi restabelecido por volta das 11h30 da manhã. A assessoria de imprensa da artista informou que a cantora está de férias e que o site é hospedado no portal da gravadora Universal - que também foi invadido. Ao todo, os hackers do Anonymous informaram ter derrubado 114 portais brasileiros.
Sites em todo o mundo estão sendo hackeados por causa do fechamento do Megaupload e também porque o grupo é contra o projeto de lei americano Stop Online Piracy Act (Sopa). O projeto - do senador republicano Lamar Smith, do Texas - tinha como proposta apertar o cerco aos sites que compartilhavam "materiais pirateados". Por causa da avalanche de protestos virtuais, Smith retirou o projeto da pauta do Congresso dos Estados Unidos na última sexta-feira.
Também para protestar, os sites Wikipédia e Craigslist tiraram seus conteúdos do ar na semana passada. O Facebook, o Google e a Amazon ameaçaram ficar fora do ar, mas não aderiram ao movimento. A ameaça, no entanto, também serviu de pressão para derrubar o projeto de lei.Scrivano)


AGÊNCIA ESTADO 


Hackers afirmam ter derrubado sites do governo do DF

Hackers afirmam ter derrubado sites do governo do DF

Brasil


Brasil

CYBERATAQUE

 
21/01/2012 11:48 - AGÊNCIA ESTADO
  • SÃO PAULO - Hackers estão anunciando ataques a diversos endereços na internet em protesto contra o fechamento do site Megaupload pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), a polícia federal dos Estados Unidos, na última quinta-feira. Na página do Anonymous Brasil na web (mantida por hackers), é possível ver uma lista de sites que, em algum momento desde quinta-feira, teriam ficado fora do ar. Todos possuem o domínio 'df.gov.br' (do governo do Distrito Federal).
O site da cantora sertaneja Paula Fernandes também ficou fora do ar na manhã deste sábado. Até as 10h50, na página inicial do portal, havia uma mensagem que dizia 'Se o Megaupload caiu... Você também!' (em inglês: 'If Megaupload is down.... You Are Down Too!!!').
Na quinta-feira, o coletivo de hackers Anonymous fechou o site do Departamento de Justiça norte-americano, ao qual está vinculado o FBI. Outras mensagens falam na derrubada de sites de departamentos de polícia locais nos EUA e de pelo menos uma gravadora, a Universal Music.
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de dados do mundo, foi fechado pelo FBI sob a acusação de pirataria digital. O FBI, além de tirar o Megaupload do ar, prendeu o fundador da empresa e acusou seus executivos de violarem leis antipirataria norte-americanas.
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    Folha de Pernambuco

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