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Incrível - Bióloga pesquisa e acha cura da alma

Sempre ouvi dizer que quem não busca a Deus por amor, busca pela dor… Porém, nunca liguei para isso. Praticamente, nasci na IURD (eu devia ter uns 5 anos quando meus pais se converteram, hoje tenho 32), e nunca me afastei da igreja. 

Ir à igreja era como um ritual. Comparecia às reuniões religiosamente e nada me impedia de estar ali presente, fisicamente. Até me “batizei” nas águas, quando adolescente. Devolvia os dízimos, fazia votos, campanhas e, mesmo assim, cometia alguns pecados. Estava consciente do meu erro, e ainda pensava como Deus era bom, pois, mesmo sem merecer, Ele me atendia e me guardava. 

Casei com uma pessoa que não era da igreja, mas até nisso não tive problemas. Assim que nos casamos no civil, meu marido se batizou na igreja, e em 10 anos não tive do que reclamar, pois tenho um bom casamento. Apesar de tudo, eu não havia me entregado a Deus de todo meu coração, toda a minha alma, todo meu entendimento e toda a minha força. 

Em meados de março/abril do ano passado (perto do primeiro jejum de Daniel), minha vida regrediu, o meu eu regrediu! Fazia coisas erradas e não abandonava aquelas práticas, mas era feliz. Tanto que, em uma aula de inglês, durante a “conversation”, me perguntaram: “Are you happy?”. E eu respondi: “Yes, I’m happy”. Naquele dia eu estava me sentindo tão feliz, mas tão feliz que, até então, não tinha me dado conta. 

Novamente, lembrei-me de Deus e de Sua generosidade. Pois, apesar do meu desleixo espiritual, eu ainda era feliz. Só que a partir daí minha vida foi decaindo…
Comecei a ter medo do nada, além de muita angústia e desespero. Meu coração disparava, tinha vontade de chorar, não me alimentava direito, boca seca, falta de apetite, intestino solto, perturbação na minha mente o tempo todo, sensação de luto sem ter perdido alguém, enfim, a felicidade tinha desaparecido! E eu não entendia o porquê daquilo, não sei até hoje o que desencadeou tudo. 

Vinham acusações na minha mente e pensamentos do tipo “você não está liberta”, “tem alguma coisa escondida, porque você nunca manifestou”, e fui deixando as dúvidas entrarem. Tanto que, um sintoma do qual eu tinha sido liberta há anos, também voltara. Tive uma convulsão na infância e minha mãe fez corrente na época para me libertar, mas eu cresci sentindo algo estranho, eu tinha uma confusão mental por alguns segundos e voltava ao normal sem saber o que havia ocorrido. Não me lembro se por um voto ou uma corrente que fiz, esse sintoma havia desaparecido, mas eu deixei o pensamento de dúvida voltar e ainda fiquei alimentando. 

Devido a minha formação como Bióloga, comecei a questionar se aquilo era epilepsia e ficava pesquisando a respeito. Quando descobri que nem toda crise epiléptica desencadeia aquele desmaio clássico, espumando pela boca, mas também podia ocasionar crises de ausência, logo voltei a sentir aquela coisa estranha. 

Pensava em procurar ajuda na igreja, mas vinha um pensamento dizendo: “Se você procurar ajuda, estará assumindo que é fraca, que sua fé não é suficiente. Ou você tem fé ou não tem”. Enfim, fui piorando, a ponto de pensar que eu estava ficando louca, perdendo a razão. Aí outro pensamento vinha à minha mente: “Seu avô foi internado com problema mental, então você também deve ter alguma coisa, deve ser hereditário”. Só não tive vontade de morrer ou de me matar - até porque já conhecia a felicidade, sabia que ela existia e também sabia da existência do inferno. 

Foi horrível! Pior que a dor física, pois isso um remédio resolve, mas a dor da alma... só Deus! Passei por um neurologista que me diagnosticou com depressão leve, pedi a ele que não receitasse nenhum antidepressivo, então ele me recomendou fazer atividade física. Mas eu tomei outra atitude: Comecei do zero! Conversei com o pastor e ele orou por mim. Arrependi-me dos meus erros, me perdoei, batizei nas águas em novembro passado, coloquei minha vida no altar, me desliguei das coisas do mundo, passei a orar, jejuar e me alimentar da Palavra de Deus (coisas que mesmo estando na igreja eu não praticava), e me dar como oferta para Deus! 

Parei de ficar procurando o porquê daquilo tudo, passei a olhar para Deus e reconhecer que necessitava de um encontro verdadeiro, de um novo nascimento. Mas não foi só isso, tive que deixar de lado os “anos de igreja” e admitir que eu nada sabia das Coisas Espirituais. Deixei tudo de lado: minha formação acadêmica, meu orgulho, os pecados, o meu querer, tudo, tudo, tudo! Passei a buscar a Deus com sede. Essa é a prioridade da minha vida. 

Tive que passar pelo deserto para reconhecer o quanto eu estava longe e precisava me voltar para Deus. Nada é mais importante e nada está acima da minha salvação e de ter Deus em minha vida. Nada, nada! Dinheiro, casamento, profissão, diversão, nada! Quero o Senhor Jesus na minha vida todos os dias; quero a salvação; quero ser como os heróis da Fé que não retrocederam diante das tribulações; quero ser instrumento nas mãos de Deus; quero ser serva obediente e temente à Sua voz e também quero dar o troco no diabo: ganhando almas para o Reino de Deus! 

Porque sei que, como eu estive, existem milhares de pessoas dentro das igrejas (cegas espiritualmente), mas longe do Senhor.
Eu era um daqueles do vale de ossos secos, como o Bispo pregou tempos atrás. Até tinha ossos, tendões, músculos, ou seja, alcançava uma bênção aqui, outra ali, mas faltava o Espírito, era um zumbi, e, infelizmente, dentro das igrejas ainda existem muitas pessoas nessa condição. 

Gabriela 


Publicado por: Bispo Edir Macedo

Blog do Bispo Macedo

H1N1 ataca Grávidas no Ceará!

Grávidas com gripe A seguem internadas em estado grave no Ceará 
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
12/03/2012 | 10h39 | Saúde

Duas grávidas diagnosticadas com influenza A (H1N1) – gripe suína seguem internadas em estado grave na Maternidade Escola Assis Chateubriand, em Fortaleza (CE). Os casos, de acordo com a Secretaria de Saúde, foram os primeiros notificados este ano no estado.
Um dos bebês morreu ainda no ventre da mãe e antes que ela conseguisse chegar ao hospital, em razão de uma parada cardiorrespiratória sofrida pela gestante. O outro nasceu com pouco mais de 2 quilos, por meio de cesariana, e está internado na unidade de terapia intensiva (UTI) da maternidade.
Segundo o coordenador de Promoção e Proteção à Saúde, ligado à secretaria estadual, Manoel Fonseca, a mulher cujo bebê sobreviveu estava com 33 semanas de gestação e tem o quadro um pouco melhor, mas ainda grave. Já a outra paciente estava com 25 semanas e está em pior situação, com falência renal e hepática.
Em entrevista à Agência Brasil, ele explicou que é comum que os estados das regiões Norte e Nordeste registrem casos de gripe nesta época, em razão do período chuvoso, da mesma forma que as notificações sobem no período de frio intenso registrado no Sul e Sudeste. Em ambos os casos, as pessoas tendem a se aglomerar, facilitando a contaminação.
“Podemos ter mais casos. Por isso, os profissionais de saúde têm que ser alertados. Grávidas, sobretudo a partir do terceiro mês, devem ficar em observação”, explicou.
Fonseca disse ainda que a Secretaria de Saúde de Beberibe (CE), onde uma das grávidas morava, já foi informada sobre o diagnóstico e que a vigilância epidemiológica local trabalha na região para prevenir novas infecções.



PERNAMBUCO.COM

Lula passa bem, mas ainda não tem previsão de alta

Nacional // Internação
Lula passa bem, mas ainda não tem previsão de alta
Publicado em 05.03.2012, às 09h58
Do NE10 Com informações de agências
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa bem nesta segunda-feira (5), após ser internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com infecção pulmonar de grau leve e febre baixa. Mesmo assim, os médicos ainda não preveem quando ele receberá alta.

Lula faz tratamento contra câncer de laringe no mesmo hospital. É justamente devido ao tratamento que o sistema de defesas do organismo de Lula estaria mais fraco, facilitando o surgimento da nova doença.

Serão realizados exames para revelar o quadro clínico do ex-presidente que concluiu o tratamento rádio-quimioterápico no dia 17 de fevereiro, quando foi submetido à última sessão de radioterapia
 
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NE10

Folha PE - Principais destaques - Lula se incomoda com efeitos colaterais

Evento reuniu mais de 10 mil jovens para alertar contra os riscos do crack

Evento reuniu mais de 10 mil jovens para alertar contra os riscos do crack

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Mais de 10 mil jovens curtiram esportes radicais, cantaram e dançaram para colocar uma pedra no caminho do crack na Concha Acústica. Esta é a conta dos organizadores da segunda edição do evento Crack. Tire esta pedra do seu caminho. Cada participante levou um quilo de alimento não perecível para participar da festa antidrogas. De acordo com a organização, as doações serão repassadas para 40 instituições de apoio a dependentes químicos. O evento contou com apoio do GDF e o governador Agnelo Queiroz esteve presente.

Segundo o diretor da ONG Força Jovem,  Thiago Magalhães, responsável pelo evento, a principal mensagem para os jovens é que eles não entrem no mundo do crack. O entorpecente, que se alastra como uma febre pelo DF, vicia em poucas doses e alcança famílias de todas as classes.  “Não tenha curiosidade de conhecer o crack. Porque para sair é uma guerra”, alertou Thiago. Ainda sem definição de data, o próximo evento da ONG contra a droga  será o Nocauteando o crack. Segundo Magalhães, a ação terá apresentações de  boxe, judô e jiu-jítsu.

O deputado distrital Evandro Garla (PRB) lembrou que ainda este ano haverá outro grande evento contra o entorpecente: o Driblando o crack 2. Uma tentativa “futebolística” de afastar os jovens dos perigos do tóxico. Ao chegar ao evento o  governador classificou o crack como um chaga na sociedade. 

“Tem várias medidas que estamos tomando, em todos os sentidos, no combate ao crack. Mas tem uma que é mais forte que tudo isso. É a mobilização da sociedade. E a juventude está mostrando, aqui neste ato, que vai incorporar isso com força. Não é apenas um evento. Mas, permanentemente, vamos fazer uma luta, uma guerra contra o crack”, afirmou Agnelo.

O evento teve a presença de ex-usuários e ex-traficantes.  E cada um usou sua experiência para alertar a plateia. Vindo de uma família abastada, Jan Simplício, 34 anos, se afundou nas drogas e no crime. E após sobreviver a um tiroteio contra a polícia, ele decidiu buscar forças para sair das drogas. Ontem, livre da dependência, ele falou de peito aberto contra o crack no palco. Rodrigo Soares de Matos, 30 anos, também sofreu e sobreviveu às drogas. “Queria dizer que tem saída. É só querer que você pode parar”, comentou o webdesigner de 1,90 m, que chegou a pesar 50 kg quando vivia na dependência química.       
Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br


Blog Consciência Política


Efeito da massagem contra dor é similar ao de analgésico

Efeito da massagem contra dor é similar ao de analgésico



RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

Na prática, já se sabia desde a antiguidade clássica, pois gregos antigos e chineses praticavam massagem em seus atletas depois de exercícios. Mas só agora uma equipe de cientistas, no Canadá, demonstrou o mecanismo bioquímico pelo qual a massagem faz efeito terapêutico.

Editoria de arte/folhapress
O estudo foi publicado na edição de hoje da revista médica americana "Science Translational Medicine" pela equipe coordenada por Justin Crane e Mark Tarnopolsky, da Universidade McMaster, do Canadá.
Usando um grupo de 11 voluntários que realizou exercícios físicos, recebeu massagem feita por profissionais e, depois, foi submetido a biópsias nos músculos afetados, Crane e seus colegas documentaram as mudanças biológicas nos tecidos.
"Depois de dez minutos de massagem, vias de sinalização que respondem a estresses mecânicos foram ativadas. A massagem reduziu sinais de inflamação, e células musculares massageadas eram mais capazes de formar novas mitocôndrias", escreveu o editor da revista.
Exercício demanda energia. Graças à massagem, as células musculares produziram com mais eficiência "organelas" (pequenos órgãos dentro das células) ligados à produção de energia, essas mitocôndrias.
Ou seja, a massagem terapêutica facilita a recuperação após danos musculares.
"A massagem depois da prática esportiva ajuda em duas coisas", afirma Victor Liggieri, coordenador do setor de fisioterapia do Grupo de Dor do Hospital das Clínicas da USP.
"Há uma dor normal pós-exercício. A massagem reduz o tempo da recuperação muscular. E reduz o índice de lesão patológica, por exemplo, um estiramento muscular", diz Liggieri. Isto é, um alongamento, abrupto, do músculo, faz com que ele passe do seu limite elástico natural e o deixa contraído. E isso pode durar semanas, meses.
"Mas não é só o atleta que está em risco", diz o fisioterapeuta. O chamado atleta de fim de semana é a clássica vítima de dor muscular.
O objetivo do estudo canadense descrito agora era justamente avaliar essa situação em que pessoas sem condicionamento físico sofrem dor muscular.
O estudo envolveu testar os músculos das pernas de voluntários submetidos a exercícios exaustivos.
Dez minutos de massagem reduziram os sinais de inflamação nas células. E, algo que vai merecer mais estudo, o resultado foi parecido ao produzido por analgésicos.
Segundo os autores, é importante dar validade científica a tratamentos baseados no toque, que são cada vez mais procurados em substituição ou de forma complementar ao atendimento médico convencional. Além disso, livraria os pacientes de efeitos colaterais de analgésicos e anti-inflamatórios.


Folha.com

Temporada de chuvas põe em teste sistemas de prevenção

Temporada de chuvas põe em teste sistemas de prevenção

14 de dezembro de 2011 07h34 atualizado às 08h34

 Alessandra prefere permanecer em sua residência no Morro dos Cabritos mesmo com riscos. Foto: BBC Brasil
Alessandra prefere permanecer em sua residência no Morro dos Cabritos mesmo com riscos
Foto: BBC Brasil

Paulo Cabral
Enchentes e deslizamentos já são parte integrante da temporada de chuvas no Brasil. A quase um ano da maior tragédia climática do País, as autoridades dizem, no entanto, estarem melhor preparadas para lidar com situações de emergências.
Às vésperas de mais um verão chuvoso, serviços de Defesa Civil trabalham para minimizar o poder inevitável dos temporais, sobretudo, para reduzir o número de mortes. Em janeiro deste ano, mais de mil pessoas morreram na região serrana do Rio de Janeiro. A tragédia serviu como alerta para algumas administrações municipais, como a prefeitura do Rio, que instalou sirenes em 66 comunidades cariocas.
"Nosso principal objetivo é salvar vidas e por isso a cidade do Rio de Janeiro investiu em um moderno radar meteorológico, para nos alertar da chegada de chuva, e na instalação de sirenes para que a população possa ser alertada e busque abrigo", explicou o subsecretário de Defesa Civil do município, Márcio Motta. As sirenes foram instaladas em áreas classificadas como de alto risco de deslizamento. Elas são acionadas três horas antes da chegada de fortes tempestades.
Equipamentos similares também foram colocados em cidades da região serrana do Rio, bem como bairros da cidade de São Paulo sujeitos a enchentes, como a Freguesia do Ó, na zona norte da capital paulista.
Moradia
Embora tenha havido significativo investimento nos sistemas de alarme, o problema fundamental permanece: milhões de brasileiros ainda vivem em áreas perigosas como morros sujeitos a deslizamentos ou vales onde inundações são inevitáveis.

O especialista em gestão de riscos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Moacyr Duarte, diz que não há dados confiáveis sobre o número exato dos brasileiros que vivem em situação de risco como essa. "O que a gente percebe quando vê imagens desses desastres, como nas enchentes em Santa Catarina ou nos deslizamentos na região serrana do Rio, é que há muitas ocupações em lugar de risco evidente. Ou então intervenções humanas que criam riscos, como cortar barrancos de qualquer jeito", observa.
Segundo Duarte, "existe uma preocupação muito grande e correta hoje em dia com a avaliação dos impactos que um empreendimento pode ter na natureza". "Mas ainda não nos acostumamos a olhar com mais atenção para os impactos da natureza sobre os empreendimentos", observa.
Morros cariocas
Na cidade do Rio de Janeiro, grande parte do risco está nas comunidades construídas nos morros em condições precárias e sem planejamento. Em abril de 2010, quase 70 pessoas morreram em deslizamentos nas favelas da cidade.

"Um levantamento da GeoRio indicou que 117 comunidades no Rio de Janeiro incluem áreas de alto risco, onde vivem 18 mil famílias. Retirar as pessoas desses locais ou fazer obras que os tornem seguros é um trabalho essencial, mas não é uma coisa que possa ser feita num passe de mágica", diz Márcio Motta. "Por isso nossa prioridade agora é salvar vidas."
A auxiliar de enfermagem Alessandra de Oliveira, 31 anos, mora em uma dessas 18 mil residências que passam todos os verões sob a constante ameaça de deslizamentos. No verão passado, a ameaça tornou-se realidade: numa madrugada de chuva intensa um pedaço do barranco no Morro dos Cabritos, na zona sul, deslizou arrastando pedras e plantas. Por sorte, a parede do quarto em que ela dormia resistiu e ninguém saiu ferido.
A prefeitura interditou a casa de Alessandra, mas ela continua vivendo no local, sob tensão frequente, sempre que nuvens escuras cobrem o Morro dos Cabritos. "Mesmo que tenha casa do governo para gente, vai ser muito longe, nos subúrbios da cidade. Então a gente prefere ficar aqui mesmo", diz ela, que vive em Copacabana e prefere continuar morando próximo do trabalho.
"Meu sonho mesmo seria que o governo fizesse um muro de contenção no barranco para que a gente pudesse viver em segurança aqui mesmo", diz.
Pesquisa
A fim de minizar o risco de pessoas como Alessandra, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) trabalha na combinação de dados climáticos com informações detalhadas do terreno de modo a estabelecer quais são as áreas de maior risco nas cidades.

"Nosso objetivo é poder dizer às autoridades com mais segurança o que pode acontecer caso uma chuva forte ocorra em São Paulo, no Rio de Janeiro e em outras grandes cidades brasileiras. O que precisamos é conhecer a realidade pluviométrica (o volume de chuvas) de cada área para combinar com dados sobre o solo, como ocupação humana e estabilidade, para saber direito qual o tamanho do problema", explica o diretor-geral do Inpe, Gilberto Câmara.
Neste ano o Inpe começou a operar com plena capacidade um supercomputador para análises climáticas - batizado de Tupã - para evitar que o governo e a população sejam pegos de supresa por desastres naturais. "Acredito que esse ano já será possível sentir uma significativa evolução na qualidade dos dados metereológicos em relação ao que tínhamos no ano passado", diz Câmara.
BBC Brasil
 
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Faça pelo bem do seu bebê - O teste do olhinho

Faça pelo bem do seu bebê

O teste do olhinho é capaz de detectar doenças oculares em recém-nascidos antes que elas se desenvolvam. Entenda a importância de pedir o exame ainda na maternidade
Da redação
redacao@folhauniversal.com.br


Todo mundo já ouviu falar no teste do pezinho, que detecta sinais de doenças que podem causar retardo mental em crianças. Mas e no teste do olhinho, você já ouviu falar? Também conhecido como teste do reflexo vermelho, ele pode detectar doenças como retinoplastia da prematuridade (má-formação que atinge bebês prematuros e pode levar a criança à cegueira), catarata, glaucoma, infecções, traumas decorrentes do parto e até tumores.

Apesar de sua importância, somente dez Estados, entre eles Mato Grosso do Sul e Paraná, já regulamentaram o exame. “O teste do pezinho tornou-se obrigatório por lei em 1990, mas até hoje não há uma lei federal que regulamente e obrigue os hospitais a fazer o teste do olhinho em todos os recém-nascidos”, afirma o oftalmopediatra Carlos Alberto Nunes, da Unimed.

O Ministério da Saúde incluiu o procedimento na Rede Cegonha, vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas os especialistas afirmam que isso ainda não é o bastante. “É preciso treinar os médicos. Eles precisam saber como diferenciar uma retina saudável de uma doente e que a ausência do reflexo vermelho é sinal de problemas. Não pode ser especialidade só do oftalmologista”, defende Nunes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 40 milhões de cegos no mundo, e outras 136 milhões de pessoas que sofrem de alguma deficiência visual. A estimativa é de que cerca de 80% desses casos poderiam ter sido evitados com o teste do olhinho.

O procedimento requer um oftalmoscópio, uma lanterna especial que produz o reflexo vermelho em olhos saudáveis, porém, o Ministério da Saúde afirma que uma lanterna comum já é capaz de detectar opacidade nos olhos. “Com esse exame, é possível recorrer a colírios ou outros métodos que vão evitar que a criança fique cega na grande maioria dos casos”, aponta o médico.


Folha Universal




Tumor cancerígeno na laringe de Lula diminui 75% - Política // saúde

Tumor cancerígeno na laringe de Lula diminui 75%

COTIDIANO

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Cirurgia foi descartada e médicos estão confiantes
Foto: UOL


A equipe médica que trata do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou na tarde dessa terça-feira (12) que o tumor cancerígeno que atinge a laringe do ex-presidente diminuiu 75% com o tratamento de quimioterapia. O resultado foi considerado surpreendente e acima da expectativa.

“[A redução] está dentro dos padrões, e excede um pouco o que a gente esperava. A redução era esperada, mas não sabíamos qual seria a dimensão. Foi uma dimensão extraordinária” disse o médico Arthur Kutz.

Segundo o médico, Lula só poderá ser avaliado como “curado” daqui a cinco anos, mas considerou que o ex-presidente está no “caminho da cura”. Com o resultado obtido, uma cirurgia para a retirada do tumor foi totalmente descartada.

"O presidente estava apreensivo, recebeu a notícia bem aliviado", disse o médico Paulo Hoff. "O importante agora é que tratamento atingiu todos os objetivos que poderíamos esperar, estamos muito satisfeitos", completou.

Os médicos disseram ainda que Lula poderá voltar a fazer suas atividades normalmente em março de 2012. O ex-presidente vai iniciar ainda hoje a terceira sessão de quimioterapia. Em janeiro, passará a receber sessões de radioterapia, para complementar o tratamento.




Fonte: Agência Brasil








UMA FAMÍLIA, 18 ENTERROS

UMA FAMÍLIA, 18 ENTERROS

PERNAMBUCO.COM

 



 Buíque tenta retomar rotina e recebe últimos mortos e sobreviventes
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
06/12/2011 | 14h46 | Acidente


Aos poucos a cidade de Buíque, no sertão de Pernambuco, tenta voltar ao normal, enquanto as famílias choram a perda repentina de dezenas de entes queridos. Nesta terça-feira, o comércio, fechado por luto oficial, reabriu as portas e as aulas foram retomadas nas escolas.
Também hoje, a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social de Pernambuco deu inicio ao processo de cadastramento das famílias enlutadas que perderam seus provedores. O objetivo é saber as que já estão incluídas em programas sociais do governo como o Bolsa Família para que elas possam receber um movo benefício que some uma renda assistencial mensal no valor de um salário mínimo.
Enquanto isso, é esperada para a tarde de hoje a chegada de mais quatro corpos que devem ser sepultados ainda hoje devido ao avançado estado de decomposição. Três deles estão no Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife aguardando a confirmação da identificação. De acordo com a polícia, eles devem ser os cadáveres de José de Anchieta da Silva, motorista auxiliar do coletivo, Agenaro de Melo Silva e José Kerle de Andrade Monteiro Filho.
Também deve chegar a Caruaru, a bordo de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), o corpo de José Cláudio da Silva, que estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Prado Valadares, na Bahia e teve morte encefálica diagnosticada ontem.
Dois sobreviventes também são esperados com alegria: Gilmarques Alves da Silva e Everaldo Cavalcanti da Silva tiveram alta hoje na Bahia e também seguem viagem de volta para casa. O acidente que matou 34 pessoas aconteceu no sábado passado ma BR-116, em Nova Itarana, na Bahia.
Com informações do repórter Rafael Guerra




 Pernambuco.com



 

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